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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Álcool medicinal de ervas - o segredo da vovó para tratar artrite, reumatismo, dor nas costas e joelhos!

Há quem sinta constante dor nos ossos, nas mãos, joelhos, cotovelos, costas, pernas e braços, mas não sabe o que fazer.
Felizmente há uma receita muito especial à base de álcool e ervas.
Ela é capaz de acabar com as dores crônicas nas articulações, costas e até dor de cabeça.
Isso acontece porque os extratos de ervas têm a melhor composição da planta, concentrando as propriedades medicinais.

Veja como você pode fazer o extrato e acabar definitivamente com as dores no corpo.


Ingredientes
1 litro de álcool puro

1 ramo de alecrim fresco
1 ramo de arruda fresca
2 tabletes de cânfora (vende-se em farmácias)
1 ramo de hortelã fresca
2 colheres (sopa) de grãos de zimbro
1 ramo de sálvia
1 pedaço de 5 centímetro de gengibre
1 colher (sopa) de urtiga seca

1 colher (sopa) de tomilho
1 pau de canela


Modo de preparo

Coloque o álcool numa garrafa de vidro e depois adicione as ervas. Feito isso, guarde a garrafa num local escuro durante uma semana. Como é altamente concentrado, basta passar um pouco da mistura nas mãos, num pedaço de algodão ou até mesmo num borrifador. Evite usar a receita em crianças muito pequenas. Para melhores resultados, coloque um pano ou pedaço de papel higiênico por cima, para que aqueça a área afetada. Deixe o curativo agir por 20 minutos. Depois é só lavar normalmente.
Por segurança, antes de usar, aplique um pouco da preparação na pele e espere alguns minutos. Se não ocorrer nenhuma reação alérgica, o uso está liberado.

Atenção: O Caldeirão de Plantas Medicinais é um espaço de informação, divulgação e educação sobre assuntos relacionados a saúde, não utilize as informações como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. Este site não produz e não tem fins lucrativos sobre qualquer uma das informações nele publicadas, funcionando apenas como mecanismo automático que "ecoa" notícias já existentes. Não nos responsabilizamos por qualquer texto aqui veiculado.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Cânfora, a natureza agindo em nosso favor

A medicina alternativa tem sido cada dia mais utilizada por médicos que optam pelo tratamento fitoterápico, e até mesmo por pessoas que tomam conhecimento dos benefícios que as plantas nos trazem e escolhem tomar remédios naturais. 

A cânfora é uma planta conhecida popularmente como erva cavaleira. Nativa da Ásia Oriental, particularmente da Ilha de Formosa, do Japão e da China Meridional, a planta tem inúmeros benefícios para a saúde, inclusive por meio da aromaterapia, sendo um excelente estimulante dos nervos.

Cânfora - Foto: Reprodução

Princípios ativos e indicações
Indicado para enjoos, gases, contusões, dores musculares, reumatismo e frieiras, além de ser também um ótimo sedativo. Além disso, é eficaz no tratamento de doenças nervosas, hipocondria, histerismo, convulsões, epilepsia, melancolia e nevralgias. Seus princípios ativos são compostos da série aromática, alcoóis, cetonas e óxidos, e pode ser usados como estimulante, antisséptico, parasiticida, antitérmico e anestésico local.

Posologia e modo de preparo
Em forma de pomada e talco, a cânfora pode ser comprada em farmácias de produtos naturais e também em algumas habituais. Como expectorante, prepare a vaporização de cânfora com folhas frescas, que devem ser colocadas em água e inaladas de três a quatro vezes ao dia. Para o mesmo efeito, pode ser feito um xarope das folhas com leite e mel. O chá, eficaz no alivio de dores do reumatismo, pode ser preparado com 500 ml de água fervida e duas colheres de cânfora, deixando a folha na água por aproximadamente 15 minutos. Coe e tome de três a quatro vezes ao dia.
O óleo essencial de cânfora

Além das formas apresentadas anteriormente, existe ainda o óleo de cânfora, muito usado como estimulante, anti-espasmódico, descongestionante, anestésico, calmante, anti-inflamatório, desinfetante, inseticida e calmante. Ele é obtido durante o processo de extração da cânfora, de dois tipos de árvore. O primeiro, Cinnamonum camphora, de onde a cânfora comum é obtida e Dryobalonops camphora, de onde é extraída a cânfora do borneo. Os óleos têm propriedades parecidas, diferindo apenas na concentração de compostos e no aroma.
O uso do óleo de cânfora, no entanto, deve ser feito com cautela. Ele é tóxico e, se ingerido em excesso, pode ser fatalmente venenoso. A ingestão em pequenas overdoses pode causar intoxicação como vômitos e sede excessiva por exemplo. O consumo interno de apenas 2g pode ser o suficiente para levar a pessoa a óbito.

Escrito por Natália Petrin
fonte:http://www.remedio-caseiro.com/canfora-natureza-agindo-em-nosso-favor/
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sábado, 12 de julho de 2008

CÂNFORA-DE-JARDIM


Artemisia camphorata Vill.
Nome científico: Artemisia camphorata Vill.

Família: Asteraceae.

Sinônimos botânicos: não encontrados na literatura consultada.

Outros nomes populares: canforeira, alcanfor, cânfora, cânfora-das-hortas, canforinha, canfrinho, macelinha canforada.

Constituintes químicos: óleos essenciais, derivados de cânfora (submetida a uma série de reações, desdobra-se em: borneol, isso-borneol, canfano, cimol carvacrol, quinona de cânfora, ácido canfórico).

Propriedades medicinais: antinevrálgica, antiepiléptica, anti-reumática, anti-séptica, calmante, descongestionante das vias respiratórias, sedativa.

Indicações: contusão, distúrbios neurológicos e cardíacos, distonias neurovegetativas com comprometimento cardiovascular, dor muscular, feridas, hemorragia uterina, neurose cardíaca, picada de inseto, reumatismo.

Parte utilizada: folhas, ramos, raízes.

Contra-indicações/cuidados: não encontrados na literatura consultada.

Modo de usar:
Uso externo:
- cataplasmas, compressas, fricções: 4 vezes ao dia:
- infusão;
- extrato bruto aquoso;
- alcolatura: macerar as folhas na cachaça ou álcool de cereais, deixar em local escuro por dez dias.
- utilizada no álcool, externamente: dores musculares, picadas de insetos, distúrbios neurológicos e cardíacos, feridas, contusões e hemorragia uterina.
Uso interno:
-Infusão: 3 a 4 folhas, 3 vezes ao dia ;
-Extrato bruto aquoso de 3 folhas, 3 vezes ao dia.