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terça-feira, 1 de julho de 2008

PANACEIA

Solanum cernuum L.

Descrição : Arbusto grande e perene, ramos com pêlos pardacentos e compridos; folhas alternas, oblongas e coriáceas; fruto baga globosa e amarela. Originária da América do Sul da fam;ilia das solanaceae.

Propriedades : hemostática (raiz), desobstruente do fígado (folhas e flores), sudorífera, diurética e depurativa. Usada para meléstias de pele e reumatísmo.

Indicações : As folhas torradas substituem o chá da índia, é calmante do coração, as folhas frescas são forrageiras. desobstruir o fígado, provocar suor, depurar o sangua doenças de pele e reumatismo.

Principios Ativo : Sem referência até o momento.

Modo de Usar : Infusão - de 1 colher de sopa de folhas flores em 1 xícara de chá de água. Tomar 2 a 3 vezes ao dia é diurético. Decocção de 1 colher de sopa de raízes em 1 xícara de chá de água, tomar 2 a 3 vezes ao dia.

Toxicologia : Não encontrada até o momento, porêm nenhuma planta deve ser consumida em excesso.

Palma Christi


Nome Botanico: Ricinus communis L
Familia: Euforbiáceas

Sinonimos - mamoneira, palma-Christi, carrapateiro e rícino

Partes Utilizadas - Óleo das sementes e as flores.

Descrição : Caracteriza-se por folhas grandes palmadas e frutos rodeados de espinhos e contendo três sementes em seu interior. Também conhecida como mamoneira, palma-Christi, carrapateiro e rícino.

Propriedades : Vermífugo, purgante (uso interno), emoliente e cicatrizante (uso externo).

Indicações : Combate a parasitos intestinais e externamente é usado para combater eczemas, herpes, erupções, feridas, queimaduras e calvície.

Principios Ativos : Alcalóides (ricinina), glucoproteína (ricina).

Toxicologia : ingestão das sementes mastigadas causa náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia mucosa e até sanguinolenta; nos casos mais graves podem ocorrer convulsões, coma e óbito. (15 sementes).

Tratamento: Antiespasmódicos, antieméticos, eventualmente antidiarréicos. Correção precoce dos distúrbios hidroeletrolíticos
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésicos, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.

ALERTAS:
1 - As plantas e ervas medicinais, mesmo sendo medicamentos naturais, podem intoxicar, cegar, provocar coma e até matar!
2 - Todas as plantas têm mais de um princípio ativo. Algum dos princípios ativos pode ser contra indicado para o usuário.
3 - As informações deste site têm apenas os fins de pesquisa e de informação educacional. Elas não devem ser usadas para diagnosticar, tratar, curar, mitigar ou prevenir qualquer doença muito menos substituir cuidados médicos adequados.
4 - Consulte sempre um especialista!
5 - Tome cuidado especial ao manusear ervas e mantenha-as longe das crianças.

PEDRA-UME-CAÁ


Myrcia sphaerocarpa DC.

Nome científico: Myrcia sphaerocarpa DC.

Família: Myrtaceae.

Sinônimo botânico: Aulomyrcia sphaerocarpa (DC.) O. Berg.

Outros nomes populares: insulina-vegetal, cambuí, pedra-ume-kaa, pedra-hume-caá.

Constituintes químicos: beta-amirina, eucaliptina, glucosídios flavanone, mircina, sesquiterpenos, terpenos, taninos.

Propriedades medicinais: adstringente, antidiabético, hipoglicemiante.

Indicações: colesterol, diabete, diarréia, dieta para emagrecimento, enterite, problemas renais, hemorróidas, inflamação de útero, ovário.

Parte utilizada: folhas, casca, raiz.

Contra-indicações/cuidados: não é aconselhado uso para crianças

Efeitos colaterais: não encontrados na literatura consultada, porém pessoas com intestino preso podem ter seu poblema agravado.

Modo de usar:
- infusão ou decocção de uma colher das de sobremesa de toda a planta, picada, em uma xícara das de chá de 4 a 8 vezes ao dia: diabete.
Nota: no caso de usar só folhas faça por infusão. Cascas e raiz por decocção.

PACOVÁ


Renealmia exaltata L. f.

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Nome científico: Renealmia exaltata L. f.

Família: Zingiberaceae.

Sinônimos botânicos: Alpinia exaltata (L. f.) G. Mey., Alpinia exaltata (L. f.) Roem. & Schult., Alpinia macrantha Poepp. & Endl. ex K. Schum., Alpinia pacoseroca Jacq., Alpinia renealmia J.E. Sm. in Rees, Alpinia tubulata Ker, Amomum alpinia Rottb., Amomum renealmia Lam. (nome ilegal), Costus secundus Roem. & Schult., Ethanium bracteosum (Griseb.) Kuntze, Ethanium exaltatum (L. f.) Kuntze, Ethanium macranthum (Poepp. & Endl.) Kuntze, Ethanium pacoseroca (Jacq.) Kuntze, Renealmia alpinia (Rottb.) Maas., Renealmia bracteosa Griseb., Renealmia coelobractea K. Schum., Renealmia exaltata var. gracilis K. Schum., Renealmia foliosa S. Moore, Renealmia goyazensis Gagnep. & K. Schum., Renealmia latevagina J.F. Macbr., Renealmia macrantha Poepp. & Endl., Renealmia occidentalis var. pacoseroca (Jacq.) Petersen, Renealmia pacoseroca (Jacq.) Horaninow, Renealmia raja Petersen, Renealmia rubroflava K. Schum., Siphotria squamosa Raf.

Outros nomes populares: masusa, renealmia.

Propriedades medicinais: cicatrizante, digestivo, estomacal.

Indicações: gases.

Parte utilizada: semente, rizoma.

PIMENTA-DE-MACACO


Piper aduncum L.

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Nome científico: Piper aduncum L.

Família: Piperaceae.

Sinônimos botânicos: Artanthe adunca (L.) Miq., Artanthe celtidifolia (Kunth) Miq., Artanthe elongata (Vahl) Miq., Artanthe galleoti Miq., Piper aduncifolium Trel., Piper anguillaespicum Trel., Piper celtidifolium Kunth, Piper cuatrecasasii Trel. (nome inválido, falta a descrição em latim), Piper cumbricola Trel. (nome inválido, falta a descrição em latim), Piper disparispicum Trel., Piper elongatifolium Trel., Piper elongatum Vahl, Piper fatoanum C. DC., Piper flavescens (C. DC.) Trel., Piper illudens Trel. (nome inválido, falta a diagnose em latim), Piper intersitum Trel. in H. Daniel (nome inválido, falta a diagnose em latim), Piper kuntzei C. DC., Piper lineatum var. hirtipetiolatum Trel., Piper multinervium M. Martens & Galeotti, Piper oblanceolatum var. fragilicaule Trel., Piper pseudovelutinum var. flavescens C. DC., Piper purpurascens D. Dietr., Piper reciprocum Trel., Piper stevensonii Trel. & Standl. (sem descrição em latim), Piper submolle Trel., Steffensia adunca (L.) Kunth, Steffensia elongata (Vahl) Kunth.

Outros nomes populares: aperta-ruão, pimenta-longa, aduncum, tapa-buraco, pimenta-de-fruto-ganchoso, jaborandi-do-mato, erva-de-jaboti, matico-falso, falso-jaborandi, jaborandi, jaborandi-falso, apertaruão.

Constituintes químicos:

Propriedades medicinais: adstringente, antiofídico, colagogo, diurético, resolutivo, tônico do útero.

Indicações: blenorragia crônica, cistite, diarréia, disenteria, ferida crônica, fígado, hemorragia, hemorróida, inflamação, mal estomacal, mau hálito, obstrução, pielite, prolapso, queda de cabelos, rins, úlcera externa, uretrite.

POEJO


Mentha pulegium L.

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Nome científico: Mentha pulegium L.

Família: Lamiaceae.

Sinônimos botânicos: Mentha daghestanica Boriss., Pulegium dagestanicum (Boriss.) Holub, Pulegium vulgare Mill.

Outros nomes populares: erva-de-são-lourenço, poejo-real, menta-selvagem, poejo-das-hortas.


Propriedades medicinais: amebicida, aperiente, digestivo, estimulante, tônico estomacal, sudorífera.

Indicações: acidez, ardor do estômago, arroto, bronquite, catarro, cólica estomacal e intestinal, debilidade geral, debilidade do sistema nervoso, diarréia, distúrbio gastroentestinal, dor de cabeça, enjôo, gases, gripe, hidropsia, histeria, insônia, palpitação do coração, reumatismo, rouquidão, tontura, transtorno menstrual, tosse, vermes, zumbido nos ouvidos.

Contra-indicações/cuidados: Pode provocar aborto.

PUXURI

Licaria puchury-major (Mart.) Kosterm.

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Nome científico: Licaria puchury-major (Mart.) Kosterm.

Família: Lauraceae.

Sinônimos botânicos: Nectandra pichury-major Peckolt, Nectandra puchury-major (Mart.) Nees & C. Martius ex Nees.

Outros nomes populares: pichurim, pixuri.

Constituintes químicos:

Propriedades medicinais: estimulante, tônico.

Indicações: cólica espasmódica, dispepsia atônica, diarréia, leucorréia, gases, incontinência urinária.

Oliveira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Wikipedia:Como ler uma caixa taxonómica
Como ler uma caixa taxonómica
Oliveira
Olea europaea
Olea europaea
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Lamiales
Família: Oleaceae
Género: Olea
Espécie: O. europaea
Nome binomial
Olea europea
Lineu

A oliveira é conhecida cientificamente como Olea europaea L., família Oleaceae. São árvores baixas de tronco retorcido nativas da parte oriental do Mar Mediterrâneo. De seus frutos, as azeitonas, os homens no final do período neolítico aprenderam a extrair o azeite. Este óleo era empregado como unguento, combustível ou na alimentação, e por todas estas utilidades, tornou-se uma árvore venerada por diversos povos.

A civilização minoana, que floresceu na Ilha de Creta até 1500 a.C., prosperou com o comércio do azeite de oliva, que eles primeiro aprenderam a cultivar. Já os gregos, que possivelmente herdaram as técnicas de cultivo da oliveira dos Minóicos, associavam a árvore à força e à vida. A oliveira é também citada na Bíblia em vários passagens, tanto a árvore como seus produtos.

Há de se fazer nota ainda sobre a longevidade das oliveiras. Estima-se que algumas das oliveiras presentes na Palestina (ou para alguns Israel) nos dias atuais devam ter mais de 2500 anos de idade.

Descrição botânica

Raiz

As raízes poderosas e compridas da Oliveira podem chegar a uma profundidade de 6 metros, através do qual têm sempre a possibilidade de obter água para o seu desenvolvimento.

Tronco

A madeira de crescimento lento da árvore é rica, com anéis cinzento-esverdeados e curtos. A árvore (dependendo da variedade) chega aos 20 metros de altura. As árvores selvagens são mais baixas que as plantadas. As oliveiras em olivais são podadas para se manterem pequenas de forma a que a colheita das azeitonas seja facilitada. A oliveira necessita de muito tempo para crescer mas, no entanto, pode viver muitas centenas de anos. O exemplar mais antigo que se conhece, em Trevi, Itália, tem 1700 anos, tal como um exemplar em Getsemani, em Israel. A oliveira mais antiga da Europa considera-se que seja uma com cerca de 2000 anos perto da localidade montenegrina de Bar.

Folha

A oliveira é uma planta de folha perene, o que significa que nunca perde totalmente a sua folha; em vez disso, as folhas mais velhas vão caindo ao longo do ano. As folhas pequenas, simples e luzidias são verde acinzentadas na frente e de um cinzento prateado e brilhante por trás. Estas são estreitas, pontiagudas e simples. Na parte de trás têm pequenos pelos, que protegem a árvore da desidratação recapturando a água e conduzindo-a de novo para a folha.

Rebentos e flores

Dependendo da área em que se encontram, as oliveiras florescem entre o fim de Abril e o princípio de Junho em cada inflorescência encontram-se entre 10 e 40 flores.

As flores brancas ou amarelas são hermafroditas, mas podem no entanto ser funcionalmente monosexuadas. A flor compõe-se de 4 sépalas e 3 pétalas crescidas.

Sendo sujeita a falta de água ou de nutrientes cerca de 6 semanas antes da flôr, a colheita é reduzida uma vez que o número de flores é reduzido e estas não produzirão fruto. A maioria das espécies polenizam-se a si próprias, apesar de a polenização à distância produzir rendimentos maiores. Outros tipos exigem a polenização à distância e necessitam do pólen de um exemplar diferente. As flores são polenizadas pelo vento.

Fruto

Flor da oliveira.
Flor da oliveira.

A partir da flor forma-se depois da polinização o fruto: a azeitona. É um fruto com caroço, tendo um caroço revestido de polpa mole. A cor da azeitona antes de estar madura é o verde e depois de estar madura torna-se preta ou violeta-acastanhada. A árvore atinge o ponto de produção óptimo com cerca de 20 anos. A composição média de uma azeitona é água (50%), azeite (22%), açúcar (19%), celulose (5,8%) e proteínas (1,6%).

Origem

A oliveira brava (zambujeiro) existe numa área geograficamente disjunta; tem uma ocurrência natural vasta em zonas não conectadas entre si:área mediterrânea, médio oriente e África do sul. Daí é também bastante diversa a área das actuais variedades culturais.

Ecologia

A oliveira é um elemento importante da vegetação mediterrânea e da agricultura desta região. A oliveira prospera no clima mediterrânico, com temperaturas médias anuais entre os 15 e os 20º centígrados entre 500 e 700 milímetros de precipitação, sendo necessários, no mínimo, 200 milímetros.

Sistematização

A espécie Olea europeaea divide-se em diversas sub-espécies:

Olea europaea sub-esp. europaea: A origem das oliveiras genuínas é toda a área mediterrânica e as Canárias. Desta variedade foram criadas todas as outras. A partir desta variedade é escrito o resto do artigo.

Olea europaea sub-esp. africana é uma árvore com entre 9 e 12 metros de altura que está espalhada pela África, Madagascar, Arábia, Índia e até China. Os frutos, de doces a amargos, são apreciados por pessoas e animais. Pode fazer-se chá das folhas e dos frutos faz-se um pigmento. A madeira dura e castanho-dourada é usada para fazer mobílias e objectos de arte. Os produtos desta espécie são também utlizados como mezinha para as doenças renais. O seu cultivo é posível mesmo em áreas muito secas.

Olea europaea sub-esp. cerasiformis: originária da Madeira, ocorrendo também nas Canárias.

Olea europaea subsp. cuspidata: difundida pela África e pela Ásia. Catacteriza-se por ter frutos pequenos e o verso da folha castanho-alaranjado.

Olea europaea subsp. guanchica: originária das Canárias.

Olea europaea subsp. laperrinei: originária da Argélia, do Sudão e do Niger.

Olea europaea subsp. maroccana: originária de Marrocos.

Olea europaea subsp. sylvestris

Outras.

NÓ-DE-CACHORRO


Heteropteris aphrodisiaca O.M.

PARTES USADAS: Raiz


DESCRIÇÃO: O vegetal Heteropteris aphrodisiaca O. Mach., Malpighiaceae, é conhecido popularmente como “nó-de-cachorro”, um arbusto de 1 a 1,5 m de altura que pode ser encontrado nos cerrados dos estados de Mato Grosso e Goiás. As raízes são irregulares, com rugas e articulações e tem sido amplamente utilizada na medicina popular como afrodisíaco, estimulante, revigorante, antioxidante, hipocolesterolêmico e nas debilidades nervosas.

INDICAÇÃO: Chá de Nó de cachorro => Estimulante sexual, revigorante físico e mental, energético, problemas de visão, antioxidante, estimulante geral, afrodisíaco, alivia e previne úlceras, com função sistêmica de regulação das funções metabólicas e equilíbrio do organismo, impotência sexual e reumatismo etc...

COMO FAZER: 2 colheres de sopa para um litro de água.
Deixe cozinhar por cerca de 10 minutos a partir do momento em que se inicia a ebulição, após esse tempo, retire do fogo e deixe repousando, tampada, por 10 minutos. Coe e está pronto para o uso.

COMO BEBER: Tomar 2 a 3 xícaras ao dia.

NOGUEIRA


Juglans spp

PARTES USADAS: Folhas e talos


DESCRIÇÃO: A nogueira-comum é uma árvore que pode medir até 25 m , da família Juglandaceae, nativa da Europa e da Ásia, cuja madeira é de ótima qualidade. Também conhecida como nogueira-do-Ceilão e nogueira-da-Índia, possui casca de cor acinzentada com folhas de um longo pecíolo.Suas folhas contêm um óleo aromático, além de possuir flores em amentos e frutos drupáceos, conhecidos como nozes são muito resistentes.

INDICAÇÃO: O Chá de Nogueira => Trata o útero, bexigas, inflamações dos ovários, anemia, anginas, artritismo, dermatose, diabete, diarréia, fraqueza orgânica, gota, hemorróidas, icterícia, impureza do sangue, mal do Pott, mau-halito, pele ressecada, reumatismo, transpiração.

USO EXTERNO: É um bom tratamento para feridas, erupções cutâneas e tumores.

COMO FAZER: 2 colheres de sopa para um litro de água.
Deixe cozinhar por cerca de 10 minutos a partir do momento em que se inicia a ebulição, após esse tempo, retire do fogo e deixe repousando, tampada, por 10 minutos. Coe e está pronto para o uso.

COMO BEBER: Tomar 2 a 3 xícaras ao dia.

NOZ-MOSCADA


Myristica fragrans - Hout.


PARTES USADAS: Sementes

DESCRIÇÃO: A moscadeira, nome dado à árvore que produz a noz-moscada, pode chegar até a 20 metros de altura, com folhas de verde escuro intenso. O fruto é de cor amarelado ou às vezes avermelhado, parecendo um damasco no seu formato. Quando amadurece, este se abre mostrando uma semente revestida por umas fibras formando uma rede de cor avermelhada, conhecida como macis. Esta semente dura é a própria noz-moscada, e este macis é empregado também como especiaria, principalmente para a produção de licor.

INDICAÇÃO: Chá de Noz Moscada => Arrotos, asma, cólica intestinal e estômago, dores reumáticas, estimulante cerebral, estimulante, adstringente, inflamações, flatulência, fortificante, fraqueza do estomago, soluço, trato gastro-intestinal.

COMO FAZER: ¼ de noz-moscada (meia colher de café) ralada em infusão. Meio litro de água quando a água alcançar fervura desligue. Tampe e deixe a solução abafada por cerca de 10 minutos. Obs Em grandes quantidades é alucinógeno.

COMO BEBER: Tomar 1 xícara ao dia.

NOZ-DE-COLA


Cola nitida – Ventenat

PARTES USADAS: Semente (PÓ)


DESCRIÇÃO: A noz-de-cola é o fruto das plantas pertencentes ao género Cole da subfamília Sterculioideae (Malvales). As variedades mais comuns são obtidas de várias árvores do oeste da África ou da Indonésia, como Cola nitida ou Cola vera e a Cola acuminata. O grupo contém um total de 125 espécies.
Possuindo um gosto amargo e grande quantidade de cafeína, a noz de cola é usada por muitas culturas do oeste africano, tanto individualmente quanto em grupo. Muitas vezes é usada cerimonialmente ou dada para convidados. Também é chamada pelos nomes de abajá, café-do-sudão, cola, mukezu, obi, oribi, orobó e orobô.

INDICAÇÃO: As sementes têm ação estimulante, regularizadora da circulação. Atuam como um tônico revigorizante, excitante do sistema nervoso e muscular. É também antidiarréica e usada nos casos de anemia, convalescença de doenças graves, problemas estomacais e certas enxaquecas, sobretudo nas perturbações funcionais do coração, debilidade física, mental e sexual, estimulante, melancolia, depressão.

COMO FAZER/BEBER: Uma colher de chá de pó misturada com café, chá, ou chocolate quente, dá-te um pouco mais de vitalidade. Para um verdadeiro impulso energético tomar 2 colheres de chá.

PULMONÁRIA


Pulmonaria officinalis L.

Nome científico: Pulmonaria officinalis L.

Família: Boraginaceae.

Sinônimos botânicos: não encontrados na literatura consultada.

Outros nomes populares: pulmonária-oficinal.

Constituintes químicos:

Propriedades medicinais: desinfetante, diurética, emoliente, expectorante, pulmonar, sudorífica.

Indicações: bexiga, bronquite, cálculo renal, ferimento, inflamação, lavagem dos olhos, rins, rouquidão, tosse, tosse convulsiva, tuberculose.

Pulsatilla - Anêmonas

Pulsatilla pratensis (L.) Mill.

ANÊMONAS

Nome científico: Pulsatilla pratensis (L.) Mill.

Família: Ranunculaceae.

Sinônimos botânicos: Anemone pratensis L.

Outros nomes populares: anemone (alemão), anémona (espanhol), anemone, wind-flower (inglês), anémone (francês), anèmone (italiano).

Constituintes químicos: anemonina, saponinas, tanino.

Propriedades medicinais: antibiótica, diurética, emenagoga, sedativa, sudorífera.

Indicações: disfunções digestivas e infecções, tpm (tensão pré-menstrual), desordens sexuais femininas, feridas (extrato), inalação para dor-de-cabeça e problemas respiratórios (pétalas secas).

Parte utilizada: parte aérea.

Contra-indicações/cuidados: gestantes e nutrizes.

Efeitos colaterais: ação irritante, sobre a pele, de natureza sulfúrica e inflamatória. Altas doses podem produzir irritação nos rins e no aparelho urinário e digestivo, cólicas e diarréia.

Quixabeira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Wikipedia:Como ler uma caixa taxonómica
Como ler uma caixa taxonómica
Sideroxylon

Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Ericales
Família: Sapotaceae
Género: Sideroxylon
Nome binomial
Sideroxylon obtusifolium

A Quixabeira (Sideroxylon obtusifolium) é uma árvore de até 15 m , da família das sapotáceas, nativa do Brasil, mais precisamente dos estados do Piauí e de Minas Gerais. A madeira é dura; a casca tem propriedades adstringentes e tonificantes; as folhas e os frutos são forrageiros. Na época das secas, serve de alimento para o gado e sua casca tem propriedades tônicas, adstringentes e antidiabéticas. Possui espinhos fortes, folhas coriáceas, flores aromáticas e bagas roxo-escuras, doces e comestíveis. É conhecida ainda pelos nomes de quixaba, quixaba-preta e rompe-gibão.