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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Cogumelo é saboroso e saudável

Fonte: Equipe Bem Estar
Existem vários tipos de cogumelos que podem colorir e deixar mais nutritiva a alimentação do dia a dia...

Os cogumelos são uma espécie de fungos e são encontrados em vários tipos no Brasil, como o champignon tradicional e os do tipo hiratake, shimeji, shitake, funghi secchi, agaricus blazei e agaricus brasiliensis, conhecido como cogumelo do sol.

O tradicional champignon, utilizado em pratos como o estrogonofe tem um sabor suave, já o shimeji e o shitake utilizados na culinária japonesa, tem um sabor mais forte. O funghi secchi é o cogumelo seco, de origem italiana e é muito usado em risotos e molhos.

Os cogumelos possuem vários nutrientes, como carboidratos, proteínas, gorduras. Tem ainda concentrações de vitaminas e sais minerais, como: vitamina B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3 (niacina), vitamina C (ácido ascórbico), vitamina D,cálcio potássio, iodo, sódio e fósforo.

Existem estudos para apontar se alguns tipos de cogumelos, como o shitake, possuem propriedades de reforçar o sistema imunológico e contribuir para a redução dos níveis de colesterol no sangue, mas ainda não se chegou a uma conclusão. De qualquer forma, o cogumelo é uma boa e saudável fonte de nutrientes e deveria fazer parte constante da alimentação humana.

Por Marco de Cardoso

terça-feira, 7 de abril de 2009

Cubiu


O cubiu (Solanum sessiliflorum) é um fruto bastante nutritivo de sabor e aroma agradáveis. Na Amazônia, o cubiu é usado pelas populações tradicionais como alimento, medicamento e cosmético.

O fruto do cubiu pode ser consumido ao natural, ou principalmete como tira gosto de bebidas, ou processado para sucos, doces, geléias e compotas. Pode ainda ser utilizado em caldeirada de peixe ou como tempero de pratos à base de carne e frango. O cubiu pode também ser utilizado no tratamento da anemia, da pelagra e no controle dos níveis elevados de colesterol, ácido úrico e glicose no sangue. Os índios peruanos Waonrani utilizam as folhas, galhos e raízes das plantas jovens, fervidas e maceradas, para tratar de mordidas de aranhas e cicatrizar ferimentos externos. O suco do cubiu pode ser utilizado para dar brilho aos cabelos.

O cubiu é popularmente conhecido como topiro e tupiro no Perú, cocona na Colômbia, Peru e Venezuela, tomate de índio no Estado de Pernambuco, orinoco apple e peach tomato nos países de língua inglesa. É originário da Amazônia Ocidental, onde foi domesticado pelos Índios pré-colombianos, e ocorre em toda a Amazônia brasileira, peruana, colombiana e venezuelana.

A planta pode produzir de 30 a 100 toneladas de frutos por hectare. Em testes de processamento, observou-se que 10 quilos de frutos podem ser transformados em aproximadamente 3 quilos de doce e 1,5 quilo de geléia ou 7,5 litros de suco puro. Portanto, uma plantação com um rendimento de 70 toneladas por hectare poderá render 21 toneladas de doce e 10,5 toneladas de geléia ou 52.000 litros de suco por hectare.

O cubiu é um arbusto ereto e ramificado de ciclo anual, com altura variando de 80 centímetros a 2 metros.

Exigências de clima e solo

O cubiu é uma planta que cresce bem em regiões de clima quente e úmido com temperatura média entre 18 e 30ºC e umidade relativa de 85% no decorrer do ano. Apesar de ser uma espécie que necessita de luz, pode crescer na sombra, mas, nesta condição, a produção de frutos é reduzida.

O cubiu está adaptado tanto a solos ácidos de baixa fertilidades, quanto a solos neutros e alcalinos de boa fertilidade, com textura desde argilosa até arenosa. Esta espécie pode ser cultivada desde regiões ao nível do mar, até 1.500 metros de altitude.


Composição média por 100 gr. de polpa de cubiu:

Componente Quantidade Unidade
Água 88,50 gramas
Proteína 0,90 gramas
Fibra 9,20 gramas
Cinzas 0,70 gramas
Cálcio 16,0 miligramas
Fósforo 30,00 miligramas
Ferro 1,50 miligramas
Caroteno 0,18 miligramas
Tiamina 0,06 miligramas
Riboflavina 0,10 miligramas
Niacina 2,25 miligramas
Ácido ascorbico 4,50 miligramas
Valor energético 41,00 calorias



Propagação e cultivo

O cubiu é propagado exclusivamente por sementes. A semeadura pode ser feita em qualquer época do ano em copos e sacos plásticos ou de papel, em bandejas de isopor ou em canteiros comuns com 1,0 metro de largura por 10 centimetros de altura. O comprimento dever ser compatível com a quantidade de mudas que o agricultor deseja cultivar. Com 30 gramas de sementes viáveis é possível produzir 10.000 mudas suficientes para cultivar uma área de um hectare, adotando espaçamento de 1,00 x 1,00 metro. Se a semeadura for feita em copos, sacos ou bandejas, é aconselhável fazer o desbaste, deixando a planta mais vigorosa.

O substrato para enchimento dos recipientes que irão receber as sementes deve conter partes iguais de solos arenoso e argiloso e esterco (1/3+1/3+1/3). Em condições favoráveis de temperatura e umidade, as sementes iniciam a germinação a partir do sétimo dia após a semeadura.

O plantio definitivo pode ser feito entre 45 e 60 dias após a semeadura, fase em que as plantas apresentam três a quatro folhas definitivas.

As covas devem ser abertas com o tamanho mínimo de 20 centímentros de largura por 20 centímetros de comprimento e 20 centímetro de altura. Se o solo for propenso ao encharcamento, é recomendável abrí-las sobre leiras de 20 centímetros de altura.

O cubiu pode crescer sem o uso de fertilizantes, mas neste caso, a produção de frutos é muito baixa. O maior rendimento alcançado nos experimentos realizados por pesquisadores do INPA foi utilizando os seguintes adubos e doses por planta no ato do plantio:

  • 1 quilo de matéria orgânica (esterco curtido ou qualquer composto orgânico);
  • ramas de superfosfato triplo;
  • 50 gramas de cloreto de potássio;
  • 10 gramas de uréia.

Aos quinze dias após o transplante, é recomendável aplicar 10 gramas de uréia por planta em cobertura e repetir a dosagem mensalmente, até o início da colheita.

Na época seca, recomenda-se irrigar o plantio e utilizar a cobertura morta, a qual consiste na colocação, em torno da planta, de palha, capim, casca de arroz ou resíduos de serraria. A cobertura morta evita o aquecimento do solo e permite a conservação de sua umidade por um perído de tempo mais prolongado.

Pragas e doenças

Pragas

Na Amazônia, a presença de numerosas espécies da família Solanaceae, espontâneas e vizinhas às áreas onde o cubiu é cultivado, constitui uma fonte de infestação. As pragas mais frequentes são as vaquinhas, ácaros e pulgões.

O controle pode ser feito, respectivamente, por meio de pulverizações com os seguintes agrotóxicos: Azimphos Ethil (Guzathion 400), Dicofol (Kelthane 185E) e Methamidophos (Tamarom 600 E), nas proporções indicadas pelo fabricante.

Doenças

Na fase de sementeira, a doença mais comum é a 'mela.' Esta moléstia é causada por fungos conhecidos como Pythium sp. e Rhizoctonia solani. Geralmente, isso ocorre quando o solo utililizado na sementeira está contaminado e um grande número de plantas muito novas ficam confinadas num espaço muito pequeno.

Os métodos simples para evitar que organismos patogênicos ataquem as plantas de cubiu na fase de sementeira são os seguintes:

  1. tratamento do solo por meio de solarização (consiste em cobrir o solo com plástico transparente e deixar pelo menos 30 dias exposto ao sol);
  2. regar o solo com uma solução de água sanitária (hipoclorito de sódio), numa proporção de 2,5 litros por 7,5 litros d'água;
  3. utilizar solos de florestas virgens.

No campo foi constatado murchamento de plantas com presença do fungo Sclerotium rolfsii. Entretanto, na mesma área foram encontradas plantas não atacadas, sem sintomas de murchamento, indicando variabilidade genética para resistência a esse organismo.

Como medida de controle preventivo, recomenda-se a prática de rotação de culturas, a queima e a aplicação por meio de pulverizações, de Benomyl (Benlate 500), em forma de solução (30 gramas do pó molhável por 20 litros d'água) na região do colo da planta, uma vez ao mês.

Colheita

A colheita começa aproximadamente aos sete meses após a semeadura. Os frutos são considerados maduros quando apresentam a coloração amarela. São muito resistentes ao transporte e podem ficar armazenados em geladeiras, mantendo a sua conservação por um período de tempo muito prolongado. Em caso da inexistência de locais adequados para armazená-los, recomenda-se deixá-los, em locais frescos e bem arejados.

Comercialização

Geralmente, a comercialização do cubiu é feita em pequena escala por produtores rurais nas feiras e mercados das cidades interioranas.

Alguns agricultores, no entanto, estão cultivando áreas superiores a dois hectares e os frutos estão sendo comprados e utilizados pelos japoneses para extração de pectina, que é uma substância adicionada no processamento de outras frutas para dar o "ponto de geléia".

O cubiu apresenta potencialidades para a agricultura moderna, dadas a sua rusticidade, boa capacidade de produção e a possibilidade do aproveitamento dos frutos de mútiplas formas.

Com a seleção e melhoramento do material para ser cultivado na Amazônia, a população de baixa renda regional poderá contar, a curto prazo, com a melhoria da sua dieta alimentar. A médio e longo prazos, é possível que o aumento das áreas cultivadas estimulem os agricultores a aproveitarem a matéria-prima para desenvolver a indústria caseira a nível agroindustrial.

Pimenta

O seu sabor ardente nem sempre agrada a todos. Tem que ter personalidade pra colocar certos tipos desta especiaria guela abaixo. Mas deixando esse ardor de lado, a pimenta traz muitos benefícios para a saúde. Elas são utilizadas medicinalmente estimulando a digestão e aliviando dores.

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A substância capsaicina, concentrada nas nervuras brancas e sementes da pimenta, têm efeito benéfico sobre o sistema digestivo, combatendo a má ciruculação, a artrite, a artrose, o colesterol e controlar a hipertensão.

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É uma exelente fonte de vitaminas A e C, alivia a congestão nasal e previne coágulos sangüíneos que causam ataques cardíacos ou derrame cerebral.

Outra substância presente na pimenta são os bioflavonóides, pigmentos vegetais que podem prevenir o câncer.

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As pimentas são mais nutritivas que os pimentões. E as pimentas vermelhas têm maior valor nutricional que as verdes. São ótimas fontes de antioxidantes.

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Fonte: Capital Gourmet

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Tangerina

Fonte: Equipe Bem Estar
A tangerina é uma fruta saborosa e rica em vários tipos de vitaminas,sendo portanto muito recomendada para fazer parte da dieta dos brasileiros,ainda mais nestes dias de verão.

Também conhecida como mexerica, é uma fruta cítrica,porém mais adocicada, rica em vitamina C,vitamina A, do complexo B e de bioflavonóides.

Pode ser ingerida sem problemas por quem está encarando algum tipo de dieta, pois cada tangerina possui em média 43 calorias.

Além disso, é rica em potássio, mineral importante no processo de contração dos músculos. Por isso, pode ser usada pelos atletas que precisam muito deste mineral durante a atividade física.

É eficaz para ajudar a fortalecer o organismo e ajuda a prevenir gripes e resfriados, hipertensão arterial e prisões de ventre.

Por Marco de Cardoso

quarta-feira, 1 de abril de 2009

As maravilhas do limão

Fonte: Equipe Bem Estar
O limão é uma rica fonte de vitamina C, além de possuir outros nutrientes fundamentais para a saúde...

O limão é com toda certeza um dos frutos mais utilizados pelo ser-humano. Do suco, se faz a tradicionalíssima limonada, que além de saborosa é refrescante e saudável e usada em praticamente todos os países do mundo. Da casca se fazem doces e licores. O limão ainda é usado na preparação de outras delícias como sorvetes, xaropes, aperitivos, refrigerantes e molhos.

O limão é uma das maiores fontes de vitamina C da natureza, uma vitamina muito importante, pois tem propriedades antioxidantes, ajudando a combater os radicais livres, retardando o envelhecimento. A vitamina C também tem um papel fundamental no combate a germes e bactérias, combatendo processos infecciosos que atacam e põe em risco a saúde do organismo.

Mas nem só de vitamina C vive o limão. Ele também possui outras propriedades vitamínicas, sendo rico em vitamina A e também nas vitaminas do complexo B. Possui ainda uma grande quantidade de sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. Mas apesar de tudo isso,não se deve tomar o suco do limão puro, pois é muito ácido. Deve-se sempre diluí-lo em água e adoçá-lo à gosto.

Existem vários tipos de limões como o limão-galego, o limão-siciliano e o limão-taiti. Quando ainda está verde,deve ser guardado em local fresco, seco e arejado. Depois de maduro, conserve na geladeira, na gaveta própria para frutas e legumes. Um limão já cortado vai durar mais,se for guardado sob refrigeração.

Por Marco de Cardoso

terça-feira, 10 de março de 2009

Hortelã pode combater doenças causadas por falta de saneamento


Fotos de Broitas/Picasa

Roberta Lopes
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) descobriram que a hortelã pode ajudar no tratamento de doenças relacionadas à falta de saneamento. De acordo com o professor da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da UnB, Jean Kleber Matos, a hortelã tem um princípio ativo chamado óxido de piperitenona que mata amebas e giardias, os germes responsáveis por sintomas como dor de barriga, febre, vômito e diarréia, entre outros.

De acordo com o professor, existem em farmácias remédios com o princípio ativo da hortelã, mas as pessoas podem usar a folha fresca para se proteger das doenças cusadas por esses germes

A dose diária da planta, de modo geral, deve ser de 8 gramas. Uma medida bem prática para saber a dose adequada ao consumo é a quantidade de erva que se consegue esconder na mão fechada. Essa é a dose para um copo de 300 mililitros (ml) ou uma xícara de chá, mas não se pode passar de três xícaras por dia”, explicou.

Jean Kleber Matos disse que não se deve exagerar porque a hortelã também pode causar queda de pressão arterial. Quem tem pressão normal, não pode exagerar na dose, acrescentou.

Uma das maneiras de evitar a contaminação por esses germes é limpar bem os alimentos, principalmente folhas, não comer alimentos mal cozidos ou crus.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Pimenta contra o câncer?

O uso da pimenta pode ajudar médicos e cientistas no combate aos tumores da próstata, um dos tipos de câncer que mais atinge os homens...
Tem gente que não vive sem pimenta e não imagina mesmo saborear uma bela refeição, se a comida não estiver bem condimentada, não é mesmo? Pois é, em várias culinárias, principalmente nas comidas orientais, não pode faltar aquela pimentinha. Aqui mesmo no Brasil, a tradicional e internacional cozinha baiana é o exemplo de que pratos apimentados podem ter um sabor especial e conquistar os paladares de gente do mundo todo.
Só que agora, pesquisas feitas por cientistas dos laboratórios do Cedars-Sinai Medical Center, nos Estados Unidos, mostram que a pimenta possui uma substância, chamada capsaicina, que pode ajudar no combate ao câncer de próstata. As pesquisas desenvolvidas revelam que a capsaicina destrói as células que formam este tipo de tumor maligno.
Os pesquisadores informaram que em experiências feitas com ratos em laboratórios, a substância reduziu drasticamente a quantidade de proteína encontrada nas células cancerígenas.Segundo os cientistas, a partir desta descoberta, a idéia é utilizar a capsaicina encontrada nas pimentas, na fabricação de medicamentos que possam auxiliar na prevenção e até na cura deste tipo de câncer.
Mas os médicos fazem um alerta: não adianta a pessoa aumentar a quantidade de pimenta ingerida diariamente, pois o excesso deste alimento está ligado ao aumento dos casos de câncer de estômago em países como o México e a índia, onde a pimenta é muito utilizada. O melhor meio de se prevenir atualmente do câncer de próstata, ainda é diminuindo a ingestão de gorduras, carnes vermelhas e embutidos.
Fonte: Equipe Bem Estar
Por Marco de Cardoso

quarta-feira, 4 de março de 2009

Feijão Azuki - O feijão do Japão

Fonte: Equipe Bem Estar
O feijão do Japão: O feijão azuki tem diversos nutrientes e também muito sabor para conquistar o paladar dos brasileiros...

Brasileiro não vive sem feijão, afinal somos o país do “feijão com arroz” não é mesmo? Só que além do feijão preto e de outros tantos tipos tão populares no país, um feijão que veio do Extremo Oriente cada vez mais se torna parte da alimentação de quem pretende conquistar uma saúde melhor.

O feijão azuki é originário do Japão e se apresenta em grãos pequenos e avermelhados, quase roxos. É de fácil digestão, fermentando menos que os outros tipos de feijão, o que diminui a formação de gases no organismo. Também é rico em cálcio , fósforo, ferro, fibras, lipídios, glicídios, proteínas, vitaminas do complexo B e vitamina C.

Também é uma excelente fonte de carboidratos,sendo importante para quem precisa de energia e força nos músculos. Tem metade da quantidade de gorduras do feijão preto comum e maior quantidade de fibras, ajudando no bom funcionamento das funções intestinais. Auxilia ainda a boa atuação dos rins.

Pode ser cozido da maneira tradicional como se faz qualquer outro feijão. Seu cozimento é um pouco mais rápido do que os outros tipos de feijões. É o ideal para a chamada feijoada vegetariana, onde as carnes são substituídas por ingredientes naturais.

Por Marco de Cardoso

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Uma pitada de saúde

Saiba qual planta é indicada para seu problema.
Alcachofra: estimula o bom funcionamento dos rins, do fígado e do intestino. Também é usada para baixar o colesterol.
Alecrim: é uma ótima erva paera ser utilizada em bochechos contra aftas. Também é indicada para curar tosses, problemas nas articulações e gases intestinais.
Alfavaca: pode ser usdada como tônico.
Babosa: ótima para a pele em casos de queimaduras leves.
Camomila: digestiva e útil para combater problemas de insônia.
Carqueja: ajuda a regular o aparelho digestivo, combatendo a má digestão e a prisão de ventre.
Cebolinha: é empregada para diminuir as fermentações intestinais.
Erva-cidreira: usada no combate a dores de estômago. Também é muito empregada como calmante.
Erva-doce: indicada para problemas de estômago> Também é possivel acabar com os soluços, mascando alguns grãos desta planta.
Sálvia: para o uso externo, tem um grande poder cicatrizante.
Salsa: é diurética. Seu suco é usado para acalmar olhos com conjuntivite. A salsa também é rica em vitamina C e excelente para os rins.

Ervas: Plante mais saúde em sua vida.

As cores, os sabores e a ajuda muito positiva que vêm da natureza.
Você pode ter uma vida saudável com algumas plantas, uma dieta alimentar balanceada e água. Além de melhorar a saúde, esses três elementos juntos funcionam como um tratamento de beleza.
Parece magia, mais se trata apenas do princípio da Fitoterapia, uma forma de terapia alternativa que utiliza as ervas de maneira especial.
Antes de mais nada é preciso que você conheça alguns detalhes fundamentais.
01-Não misture várias ervas
02-Chás e outros líquidos feitos com essas plantas não devem ser adoçados
03- lave bem as ervas
Importante: usar plantas medicinais não dispensa os tratmentos médico.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Remédio para sangramento das gengivas – girassol

O óleo de girassol é um remédio muito bom para tratamento de problemas de sangramento das gengivas, fortalecimento dos dentes, clareamento dos dentes, limpeza da boca eliminando germes nocivos para a saúde. O melhor óleo para usar é o extraido a frio que apresenta melhores resultados.

Como usar o óleo de girassol: pelo menos uma vez por dia, pegue uma colher de óleo na boca e fique bocejando pelo menos por uns 15 minutos, até que ele se torne como uma água esbranquiçada.

Não pode engolir porque depois de feitos muitos bocejos ele pode ser tóxico

Jogue o óleo da boca e enxágue a boca com várias água e escove bem os dentes

Segundo os especialistas em tratamentos alternativos da saúde bucal, este é um ótimo tratamento que apresenta bons resultados, poque ele é rico em ácido linoleico que é o ômega 6, muita vitamina E e tem efeito antioxidante.

Pode fazer a qualquer horário, mas de preferência de manhã cedo, anter de tomar o seu café.
fonte: artblog

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Programa nacional de plantas medicinais amplia uso de fitoterápicos pelo SUS



15/01/2009
Redação do Diário da Saúde

Programa nacional de plantas medicinais amplia uso de fitoterápicos
Medicamentos fitoterápicos

O Ministério da Saúde acaba de lançar o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. A medida vai beneficiar diversos setores da cadeia produtiva, desde o cultivo da semente até a manipulação das plantas medicinais.
A lista de plantas usadas em medicamentos fitoterápicos, já disponíveis através do Sistema Único de Saúde (SUS), será ampliada.
Medicamento fitoterápico, de acordo com a legislação sanitária brasileira, é aquele obtido a partir, exclusivamente, de matérias-primas ativas vegetais.

Fitoterápicos no SUS

A quantidade de medicamentos fitoterápicos oferecidos pelo SUS será definida por um grupo de especialistas vinculados ao Ministério da Saúde, que comporão um comitê específico para acompanhar o assunto.
Desde 2007, o SUS fornece medicamentos fitoterápicos feitos à base de espinheira santa - para gastrites e úlceras - e guaco - para tosses e gripes. Com a implementação do novo Programa, a intenção é disseminar o uso da fitoterapia.
Os medicamentos fitoterápicos utilizados pelo SUS são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, por isso, são considerados seguros e eficazes para a população. Eles garantem o mesmo efeito que um medicamento sintético.

Comitê Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos

Além do novo programa, o governo criou também o Comitê Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde. Esse grupo é formado por membros da sociedade civil, ministérios e entidades vinculadas, como representantes da agricultura familiar e do setor de manipulação.
Ele tem a missão de monitorar e avaliar o Programa Nacional, assim como de verificar a ampliação das opções terapêuticas aos usuários e a garantia de acesso a plantas medicinais e fitoterápicos e serviços relacionados pelo SUS. Dentre outras ações, o Comitê vai incentivar a promoção à pesquisa, desenvolvimento de tecnologia e inovações nas diversas etapas da cadeia produtiva.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Índice de Plantas Medicinais

A Abacateiro - Abacaxi - Abaceiro Amargoso - Abajerú - Abiu - Abóbora - Aboborinha - Abobrinha - Abrótono - Absinto - Abuta - Abútua - Abrunheiro - Acácia - Acácia Falsa - Acanto - Acapurana - Acariçoba - Acelga - Acerola - Acônito - Adonis - Açaí - Açafrão da Índia - Açafrão verdadeiro - Açafrão do Prado - Açoita Cavalo - Açucena - Agar Agar - Agave - Agárico Branco - Agnocasto - Agoniada - Agrião - Agrião da Lagoa - Agrião do Brejo - Agrimônia - Aguapé - Aipo - Ajowan - Alamanda - Alcaçuz - Alcachofra - Alcanforeira - Alcaparra - Alcarávia/Kumell - Algas - Alecrim - Alecrim do Campo - Alecrim Pimenta - Alface - Alfafa - Alfavaca/Manjericão - Alfazema - Algodoeiro - Alho - Amaranto - Ameixas - Amor do Campo - Amora - Andiroba - Angélica - Angico - Anis - Aniz Estrelado - Aperta Ruão - Aquileia/Mil Folhas - Arnica - Araçá - Aroeira - Arruda - Artemísia - Assa Peixe - Avenca - Azeitona

B
Babosa - Baleeira - Bálsamo - Banana - Ban Chá - Barbatimão - Bardana - Batata - Batata de Purga - Batata doce - Beringela - Beterraba - Bétula - Boldo do Chile - Borragem - Brócolis - Buchinha do Norte - Bugre/Porangaba -

C
Caapeba - Caamembeca ! Cabaça ! Cabreúva - Cactus - Cacaueiro ! Caferana ! Cajazeiro ! Cajepute ! Cajueiro - Cálamo Aromático ! Calaminta ! Calendula Flor - Calumba ! Camapú ! Cambará - Cambuí - Camomila - Cana do Brejo - Cana Comum - Cana de Açucar - Cana de Macaco - Canambaia - Canela - Capim Cidrão / Erva Cidreira - Cânfora de Jardim - Cânhamo - Capim Rosário - Caqui - Cará - Caralluma fimbriata - Carambola - Carapanaúba - Carapiá - Cardo Mariano - Cardo Santo - Carqueja Doce - Carqueja Amarga - Carnaúba - Carrapicho - Caroba - Carobinha - Capim-Cidrão - Capim limão - Capim Pé de Galinha ! Capim Santo - Capitiú - Capuchinha - Carpineira - Cebola - Cedro - Cenoura - Cerefólio - Cevada - Cordão de Frade - Carvalho Casca - Cascara Sagrada - Casca d'anta - Casca de Impurana - Casca Preciosa - Castanha da Índia - Castanha do Pará - Castanha Portuguesa - Catinga de Mulata - Catingueira - Catuaba - Carambola - Cavalinha - Centáurea - Cerejeira - Centella Asiática - Chá de Bugre - Chá Preto - Chá Verde - Chapéu de Couro - Chapéu de Napoleão - Cimicifuga - Chicória - Chuchú - Cipreste/Tuia - Cipó Azougue - Cipó Cabeludo - Cipó Caboclo - Cipó Cravo - Cipó Cruz /Cainca - Cipó Cruzeiro - Cipó Prata - Cipó Suma - Côco - Coentro - Cogumelo - Clorela - Cônfrei - Copaíba - Cravo da Índia - Coronha - Cubiu - Curcuma -

D
Damiana - Dente de Leão - Douradinha -

E
Embaúba - Endro Dill - Equinácea - Erva Baleeira - Erva de Bicho - Erva Doce - Erva de Passarinho - Erva Picão - Erva Santa Maria - Erva São João - Erva de São Roberto - Erva Tostão - Escarola - Espinafre - Espinhera Santa - Estigma de Milho - Eucalipto -

F
Fedegoso - Feijão - Feijão Azuki - Feno Grego - Figo - Figueira - Fruta Pão - Fucus Vesiculosus - Fumaria - Funcho -

G
Garra do Diabo - Graviola - Genciana - Gergelim - Gervão - Gengibre - Giestas - Gingko Biloba - Ginseng - Girassol - Goiabeira - Guaco - Guaraná - Guassatonga - Guavirova/Guabiroba

H
Hamamélis - Hibiscus - Hipérico - Hortelã -

I
Imburama de Cheiro - Ingá - Inhame - Ipeca/Poaia - Ipecacuanha - Ipê Roxo -

J
Jabuticaba - Jaca - Jambo - Jambolão - Japecanga - Jasmim - Jatobá - Jarrinha - Jequitibá - Juá/Juazeiro - Jurema preta - Jenipapo - Jurubeba -

K
Kumell/Alcarávia -

L
Lacre - Lágrimas de Nossa Senhora - Laranja da Terra - Lentilhas - Limão - Laranja - Linhaça - Lobélia - Losna - Lótus - Louro - Lúpulo Maçã -

M Macela - Malva - Mamica de Cadela - Mamão - Mandioca -  Mangaba - Manga - Manjericão/Alfavaca - Manjerona - Maracujá - Marapuama - Mate - Maxixe - Maxixe do Reino ou Maxixe Peruano - Melão - Melão de São Caetano - Melancia - Melissa/erva cidreira - Mentruz/Mastruço - Menta - Mil Folhas - Mil Homens - Milho - Morango - Mulungu - Mussanbê - Mutamba -

N
Nabo - Noz de Cola - Nogueira - Noz Moscada - Nó de Cachorro -

O Orégano - Oliveira -

P
Pacová - Palma Christi - Panacéia - Papo de Perú - Parietária - Pariparoba - Parreira Brava - Pau Ferro - Pau Pereira - Pau Tenente/Quassia - Pata de Vaca - Pau d'arco - Pedra Ume Caá - Pêra - Pega Pinto - Pepino - Pequí - Picão - Pimenta - Pimenta de Macaco - Pimentão - Pinha - Pistache - Pitanga - Pitomba - Poaia/Ipeca -Puxuri - Poejo - Porangaba - Pulmonária - Pulsatilla - Quebra Pedra - Quiabo - Quina Quina - Quinua -

Q
Quixaba - Quinua - Quebra Pedra -

R
Rabanete - Romã - Rorela - Rosa Branca - Rosa Rubra - Ruibarbo -

S
Sabugueiro Flor - Sálvia - Salsaparrilha - Samambaia - Sapé - Sapotí - Sassafraz - Sene Folhas - Segurelha - Sete Sangrias - Stévia - Soja - Sucupira -

T
Tajá de Cobra - Tanchagem - Tayuiá - Tília - Tomate - Tomilho - Tribulus Terrestris - Trigo Sarraceno -

U
Umbaúba - Unha de Gato - Unha de Vaca - Urtiga - Urucum - Uva - Uva Ursi/Ursina -

V
/W Valeriana - Velame do Campo - Verbasco - Verbena - Vitex Agnus-castus -

X/Y Z Zedoária - Zimbro
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

LÁGRIMA-DE-NOSSA-SENHORA

Coix lacryma-jobi L.

Nome científico: Coix lacryma-jobi L.

Família: Poaceae.

Sinônimos botânicos: Coix agrestis Lour., Coix arundinacea Lam., Coix exaltata Jacq., Coix lacryma L., Coix ovata Stokes, Coix pendula Salisb., Lithagrostis lacryma-jobi (L.) Gaertn., Sphaerium lacryma (L.) Kuntze.

Outros nomes populares: capiá, capim-de-nossa-senhora, capim-de-contas, capim-miçanga, capim-missanga, capim-rosário, conta-de-lágrimas, contas-de-nossa-senhora, contas, lágrimas-de-jó, lágrimas-de-cristo, lágrimas-de-São-Pedro, rosário, ob's tears (inglês), lágrimas de job e camándula(espanhol), larme de job (francês), hiobstränen (alemão).

Constituintes químicos: ácidos graxos, ácido mirístico, alpha e beta sitosterol, arginina, beta-caroteno, coixans A e B, coixenólido, coixol, histidina, leucina, lisina, proteínas, sais minerais (cálcio, fósforo, ferro), tirosina, riboflavina, niacina.

Propriedades medicinais:
- frutos: antileucorréico, antidiarréico, analéptico, tônico, depurativo, emoliente, anti-hidrópico, muito diurético, nutritivo.
- folhas e colmos, (uso externo:) anti-reumático, excitante; (uso interno:) antiasmático, diurético.

Indicações: abcesso pulmonar, acrodinia, afecções catarrais, apendicite, beribéri, disúria, edema, enterite crônica, espasmos musculares, espasmos bronquiais, excitação nervosa, febres, fortalecer, inchaço, hiperglicemia, litíases urinárias, lombalgia, males dos rins, pneumonia lombar, reumatismo.

Parte utilizada: folhas, rizoma, sementes (sem o envoltório rígido).

Contra-indicações/cuidados: não deve ser usada por gestantes e nutrizes. Não fazer uso prolongado.

Efeitos colaterais: paralisia motora e depressão respiratória, podendo levar à morte.

Modo de usar:
- decocção de 10 a 30 g de frutos tostados em uma xícara de água.
- folhas e colmos em decocção: banhos no tratamento do reumatismo e excitante. Internamente: diurético, antiasmático, artrite, dor de urina, edemas.

LACRE

Vismia guianensis (Aubl.) Pers.

Nome científico: Vismia guianensis (Aubl.) Pers.

Família: Clusiaceae.

Sinônimos botânicos: Caopia guianensis (Aubl.) A. Lyons, Hypericum acuminatum Lam., Hypericum guianense Aubl., Vismia acuminata (Lam.) Pers., Vismia acuminata var. caparosa (Kunth) Choisy, Vismia caparosa Kunth, Vismia ferruginea Kunth, Vismia guianensis (Aubl.) Choisy, Vismia guianensis (Aubl.) Seem., Vismia guianensis subsp. persicoides Ewan, Vismia guianensis var. glabrata Choisy, Vismia guianensis var. acuminata (Lam.) M.E. Berg.

Outros nomes populares: árvore-da-febre, goma-lacre, pau-de-lacre, lacre-branco.

Constituintes químicos: resina (goma-lacre).

Propriedades medicinais: drástica.

Indicações: reumatismo, dermatose, impingen, ferimento por inseto.

Parte utilizada: casca; folhas.

Contra-indicações/cuidados: não encontradas na literatura consultada.

Modo de usar:
- decocção das cascas: reumatismo;
- infusão das folhas: dermatoses.