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domingo, 24 de janeiro de 2010

Amora - Propriedades


Uma frutinha deliciosa e com grandes propriedades!
Inclusive em pesquisas, achei referencia que ajuda pessoas com problemas de tireóide...

A AMORA OU AMOREIRA (Morus Alba) é conhecida como a planta REGULADORA DOS HORMÔNIOS por isso atua com bastante eficácia nos sintomas da menopausa:
ressecamento da vagina, irritação, ansiedade, nervosismo, memória fraca, dores musculares e das articulações, calores e algumas vezes suores frio, dor de cabeça, diminuição da libido,dificuldades para dormir, depressão, problemas urinários…

É ainda planta anti-cancerígena, no combate a osteoporose, como tônico muscular nas práticas desportivas, por possui alto teor de potássio.
Depurativa do sangue, anti-séptica, vermífuga, digestiva, calmante, diurética, laxativa, refrescante, adstringente e muito útil nos problemas da tireóide. Possui poderosas propriedades anti-oxidantes por sua combinação de vitaminas C com E contribuindo assim para o rejuvenescimento e beleza da pele.

A amora ajuda a prevenir infecção urinária, reduzir o risco de úlcera e câncer no estômago.

Uma das grandes descobertas é que o uso da amora preta vem se expandindo para fins medicinais, como uma planta anti-cancerígena, pela ação do ácido elágico e também no combate a osteoporose, devido a sua concentração elevada de cálcio (46mg/100g fruto). Outra utilização crescente, é como tônico muscular nas práticas desportivas, pois alto teor de potássio é encontrado no fruto (245mg/100g fruto). O fruto da amoreira é depurativo do sangue, anti-séptico, vermífugo, digestivo, calmante, diurético, laxativo,
refrescante, adstringente, etc. Poderosas propriedades anti-oxidantes por sua combinação de vitaminas C com E. A amora preta contém pectina em abundância, uma fibra solúvel que ajuda a reduzir os níveis de colesterol no sangue. E muito recomendável aos que tem o organismo saturado de ácidos, como os que sofrem de reumatismo, gota, artrite, etc. O suco de amora, quente, adoçado com mel, tem bons resultados em casos de afecções da garganta, amidalite, rouquidão, inflamação das cordas vocais, das gengivas, aftas, etc. As flores frescas são diuréticas e muito úteis no tratamento das vias urinarias.

A amora preta se encontra entre os alimentos que ajudam a diminuir o colesterol. De acordo a um estudo publicado pela revista Jornal of Neuroscience, as propriedades nutritivas das amoras pretas conservam o
equilíbrio, a memória e a coordenação motora das pessoas de idade avançada.Existe um número elevado de espécies dentro do gênero, perto de 300. Sua origem não é muito definida (provavelmente da Ásia, introduzidas na Europa por volta do século XVII), possuindo características de adaptação climática muito variadas, podendo encontrar cultivaros com exigência de frio (abaixo de 7,2 C) desde 100 horas ate 1000 horas/ano para quebra de dormência. A cultivada pela Fazenda Sta. Terezinha do Rio Bonito, é muito
semelhante a variedade Ollalie (USA) está totalmente adaptada as nossas condições climáticas, após 8 anos de experiências e 3 anos de produção comercial.A amora preta se desenvolve bem em diversos tipos de solos, mas bem drenados, com pH entre 5,5 a 6,5.Pode-se utilizar irrigação, desde que sem exagero. É de porte ereto ou rasteiro, podendo atingir ate 2 metros de altura. As podas são necessárias para limpeza e frutificação. A longevidade é de 15 anos.

A amoreira-preta in natura é altamente nutritiva. Contém 85% de água, 10% de carboidratos, com elevado conteúdo de minerais, vitaminas B, A e cálcio.
Pode ser consumida de outras formas como geléias, suco, sorvete e yogurtes (POLING, 1996).

Uma série de funções e constituintes químicos são relatados na literatura internacional relacionados às qualidades da amora-preta, estando, entre eles, o ácido elágico.

Segundo WANG et al. (1994), o ácido elágico (C14H6O8) foi encontrado em morango (Fragaria spp), groselha preta (Ribes nigrum), amoreira-preta (Rubus subgênero Eubatus), framboesa (Rubus subgênero Idaeobatus), entre outras espécies.

O ácido elágico um constituinte fenólico de algumas espécies, é um hidrolito de elagitanina que ocorre naturalmente, especialmente em frutas e nozes [Singleton et al. (1996), Bate-Smith (1961a., 1961b), Daniel et al. (1989), apud WANG et al., 1994)].

Foi demonstrado que o ácido elágico possui funções anti-mutagênica, anticancerígena e além de ser um potente inibidor da indução química do câncer [Okuda et al.(1985), Maas et al. (1992) citados por WANG et al.
(1994); MAAS et al., (1991 a)].

O ácido elágico e alguns elagitaninos têm mostrado propriedades inibidoras contra replicação do vírus HIV transmissor da Aids [Asanaka et al. (1988), Take et al. (1989), apud MAAS et al., (1991 a)]. Os estudos de Asanaka com ratos sugerem que o elagitanino oenotherin B pode ser usado via oral para
inibir o HIV e o vírus da herpes (MAAS et al., 1991b).

Além disso, são atribuídas às frutas de amoreira-preta outras propriedades, como o controle de hemorragias em animais e seres humanos, controle da pressão arterial e efeito sedativo, complexação com metais, função antioxidante, ação contra crescimento e alimentação de insetos [Girolami et
al. (1966), Cliffton (1967), Bhargava et al. (1968) apud MAAS et al., 1991a].

O ácido elágico é um derivado do ácido gálico, e como fenol, possui algumas propriedades de compostos fenólicos (WANG et al., 1994). Em tecidos de morango, foi associado a substâncias polifenólicas inibidoras da degradação do ácido indolbutírico (AIA) pela peroxidase, em presença de luz. Já na
ausência de luz, a presença de monofenóis propicia o aumento da atividade da peroxidase (Runkova et al., 1972 apud MAAS et al., 1991).

MAAS et al. (1991a), trabalhando com cultivares de morango, não conseguiram correlacionar a  quantidade de ácido elágico encontrada em diferentes porções da planta (polpa e folhas), indicando que a seleção de variedades para o ácido elágico pode ser específica para determinado tipo de tecido.

fontes:

http://www.todafruta.com.br/todafruta/mostra_conteudo.asp?conteudo=12361
http://www.motivacao.org/blog/195


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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Morango: Conheça os diversos benefícios desta fruta saborosa e nutritiva

É época de morango. Além de saborosa e irresistível, a fruta ajuda a emagrecer e possui diversos benefícios. São eles:

Aumento da sensação de saciedade – Às muitas fibras que a fruta possui inibem a fome.

Controle do colesterol – As fibras do alimento ajudam a absorver o colesterol do sangue que é eliminado pelas fezes. Evita rugas - Por causa dos antioxidantes que possui, a fruta previne o envelhecimento precoce ao combater os radicais livres.

Reduz o inchaço – As altas taxas de potássio presente no morango equilibram o nível de sódio, mineral que retém líquido. Ao fazer isso, tira o inchaço do corpo.

Combate a gordura - A vitamina C presente na fruta é um antioxidante que previne a obesidade e auxilia na formação de colágeno, dando firmeza à pele.

Diminui a barriga - Rico em pectina e em outras fibras que se misturam ao alimento digerido, o morango regula o intestino. E isso diminui o tamanho da barriga, pois não retém o que deve ser eliminado.

Previne o câncer - Isso acontece porque o morango contém ácido elágico, substância que trabalha para impedir a formação de tumores no aparelho digestivo.

Regula o organismo - Aumenta a produção do hormônio leptina, que estimula o metabolismo e diminui o apetite. A fruta ainda melhora o funcionamento de outros hormônios que trabalham no emagrecimento, reduzem a velocidade de digestão de alguns alimentos e controlam os níveis de açúcar no sangue.
Por Yasmin Barcellos


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A romã contra o câncer de próstata

O câncer de próstata é uma preocupação do homem, que tem um alto índice de acontecer e um alto grau de perigo ao homem. Os alimentos ajudam a combater alguns males, entre eles esse, a romã, consumida constantemente pode ajudar no combate.
Estudos mostram que substâncias presentes na romã tem efeito protetor contra o câncer e doenças cardiovasculares. A fruta é fonte de fitoquímicos, substâncias que é responsáveis pelo efeito preventivo contra essas doenças. O alimento tem papel antiproliferativo e anti-inflamatório, contribuindo, principalmente, para que o câncer de próstata não desenvolva novos focos de tumor (metástase) nos ossos.
A romã inibe o crescimento da doença e mata as células cancerígenas na próstata, também conhecidas como PC-3. Por isso, o consumo da fruta consegue diminuir os níveis das enzimas PSA no sangue, que funcionam como sinalizadoras de tumores. Além do câncer, a romã também tem papel antioxidante, prevenindo danos neurológicos e diminuindo as taxas de colesterol no organismo. Como vê, a fruta funciona também como uma aliada do coração.
Quando respiramos, produzimos radicais livres. Mas, o excesso dessas substâncias no nosso organismo causa danos às células , começando assim o processo de envelhecimento precoce e aparecimento de câncer e de doenças cardiovasculares. O consumo de antioxidantes retarda esse processo, e a Romã tem esses oxidantes. Eles conseguem deixar inativos os radicais livres, protegendo nosso corpo contra as doenças.
Consumo
Apesar desses efeitos benéficos, a romã não deve ser consumida por quem tem diverticulite, (inflamação no intestino grosso). As sementes, não são digeridas e chegam inteiras ao organismo, podendo piorar ou facilitar o surgimento de crises inflamatórias. O bom mesmo para esses pacientes é consumir a fruta em forma de sucos.
Os estudos ainda não são conclusivos, com relação a quantidade a consumir. A maneira mais adequada é deixar ela fazer parte da sua dieta e bons hábitos de vida. Sua safra fica entre os meses de fevereiro e abril.



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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Guavirova - A planta anticolesterol


Por Diogo Sponchiato
Ilustração Hiroe Sasaki
Trata-se da brasileiríssima guavirova. Suas folhas têm substâncias capazes de derrubar os níveis de gordura no sangue, comprovaram cientistas do Instituto de Cardiologia de Cruz Alta, no interior do Rio Grande do Sul. Eles recrutaram 39 voluntários com colesterol elevado para testes com cápsulas à base das folhas da planta. “Entre os indivíduos que receberam uma dose de 500 miligramas, houve uma diminuição de 41% nos níveis de LDL, o colesterol ruim”, revela o biomédico Jonatas Klafke, um dos autores do trabalho. “Também notamos um aumento de 21,4% nas taxas de HDL, a versão boa da gordura.” Os pesquisadores querem saber agora que componentes da guavirova prestam tamanho serviço aos vasos sanguíneos. Além disso, pretendem avaliar todo seu potencial contra os radicais livres, moléculas danosas por trás de vários males, e processos inflamatórios.

A ficha da planta

Nome científico:
Campomanesia xanthocarpa.

Nome popular:
Guavirova ou guabiroba.

Onde é encontrada:
Nos estados do Sul do Brasil, em Goiás e Minas Gerais.

Partes usadas:
As folhas, a casca da árvore e o fruto, que é rico em vitamina C e ingrediente de geleias e picolés.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Plantas contra tuberculose

Plantas contra tuberculose 
Pesquisadores estudam substância extraída do óleo da copaíba como base de fitomedicamento para o tratamento da doença (Ibama

6/1/2010
Por Washington Castilhos, do Rio de Janeiro
Agência FAPESP – A tuberculose figura no rol das chamadas doenças negligenciadas, ainda que um terço da população mundial esteja infectada pelo bacilo de Koch, seu agente causador, e que a doença mate quase 2 milhões de pessoas anualmente.
Após mais de 50 anos sem o surgimento de novas drogas contra a tuberculose, uma substância extraída do óleo da copaíba (Copaifera sp), planta originária da Amazônia, poderá vir a ser a base de um fitomedicamento a ser usado no tratamento da doença.
O princípio ativo, identificado e isolado, mostrou ser eficaz e apresentou atividade antibacteriana em testes in vitro – feitos em macrófagos (células que fagocitam elementos estranhos ao corpo) infectados – e in vivo, em camundongos.
O estudo, conduzido pela equipe de Maria das Graças Henriques, do Laboratório de Farmacologia Aplicada do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz, encontra-se na etapa chamada de toxicologia aguda. O trabalho é feito em parceria com pesquisadores do Departamento de Farmácia da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto.
Reconhecida como planta medicinal, a copaíba começou a ser pesquisada por sua ação anti-inflamatória. “Isolamos um dos princípios presentes e vimos que ele tinha atividade contra a tuberculose. Fizemos isso por curiosidade, uma vez que estávamos pensando no processo inflamatório da tuberculose”, contou a pesquisadora.
A partir daí, o grupo passou a investigar se a substância mataria a bactéria causadora da doença. “Vimos que sim”, contou Maria das Graças. Para chegar a esse resultado, os pesquisadores administraram doses por via oral da substância em camundongos e coletaram o material do pulmão dos animais para então fazer um teste bacteriológico.
A equipe pretende, até o fim de 2010, finalizar o dossiê pré-clinico e, então, pedir autorização para começar os testes em humanos, divididos em fase 1 (em torno de 20 voluntários sadios), fase 2 (pacientes geralmente adultos jovens) e fase 3 (testes em centros médicos).
O problema é a resistência existente em relação a fitoterápicos no tratamento da tuberculose. “Tem de haver um controle rígido da matéria-prima. Pode haver mudança na quantidade de matéria-prima presente em cada planta. Muitas vezes, a quantidade da substância que encontramos em uma planta de uma determinada região não é a mesma que encontramos em outra região. As condições climáticas e do ambiente influem e por isso nem se pensa em fitoterápicos para tratamento da tuberculose”, explicou a pesquisadora.
Ela lembra que medicamentos para a tuberculose têm que ser baratos, já que a doença atinge principalmente a população de baixa renda. No Brasil, o controle é feito pelo governo federal, que distribui medicamentos gratuitamente pela rede pública.
A saída para driblar os obstáculos e tornar o medicamento economicamente viável seria encontrar uma maneira de isolar a substância ativa ou de sintetizá-la. “Fitomedicamentos são usados para o câncer, por exemplo, mas são caros. Para a tuberculose, a situação tem que ser diferente, mesmo porque até os testes clínicos são mais difíceis de serem feitos no caso dessa doença, já que temos que rastrear o paciente por meses”, disse Maria das Graças.
“Financiar a parte clínica exige alto investimento, infraestrutura e grande conhecimento técnico”, ressaltou. Por estar um pouco mais adiantada em termos de viabilidade, uma outra substância vem sendo pesquisada por sua equipe, também visando ao tratamento da tuberculose: a chalmugra.
Utilizada na primeira metade do século 20 contra a hanseníase – doença provocada por bactérias da mesma família do bacilo de Koch – a chalmugra, planta da Mata Atlântica, apresentou atividade antibacteriana promissora nos testes realizados.
“Começamos a trabalhar com a chalmugra (Carpotroche brasiliensis) em um resgate histórico e confirmamos sua ação antibacteriana”, disse a bióloga Fátima Vergara, integrante da equipe responsável pelos estudos.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O “trigo preto”

Equipe Bem Estar

O trigo sarraceno é um ótimo auxiliar para manter os níveis adequados do colesterol.


O trigo sarraceno não é da mesma família botânica do trigo, apesar de sua estrutura e composição química serem semelhantes, bem como a sua utilização em farinhas, pães, panquecas, tortas e crepes.

Na cozinha natural é utilizado também em saladas na forma cozida. O trigo sarraceno, origina o macarrão soba. Na França é conhecido como trigo preto . Na Ásia, o sarraceno muitas vezes substitui a o arroz.

Este trigo não contem glúten, sendo uma boa opção para aqueles que tem alergia a esta proteína do trigo, conhecida como doença celíaca, na qual não se recomenda consumir glúten.

Atualmente, o trigo sarraceno esta sendo indicado pelos nutricionistas por ajudar a reduzir o colesterol. Tem poucas calorias e possui ótimo valor nutritivo, com proteínas, amido, fibras solúveis, vitaminas do complexo B e minerais como ferro, magnésio e fósforo.

Por Marco de Cardoso

O Brócolis


Equipe Bem Estar

Rico em vitamina C, A, potássio, cálcio e fibras, o brócolis ajuda a evitar úlcera e câncer de estômago. O ideal é comê-lo com freqüência.

Vegetal riquíssimo em vitaminas C, A, potássio, cálcio e fibras, o brócolis é apontado como um grande aliado no combate a úlcera a ao câncer de estômago. De acordo com um estudo publicado na revista “Cancer Prevention Research”, o consumo de brócolis reduz o nível de infecção por Helicobacter pylori, um tipo de bactéria que infecta a mucosa do estômago e pode provocar alguns tipos de úlceras, gastrites e até mesmo câncer gástrico.

O brócolis contém fitoquímicos que protegem contra o câncer e são capazes de produzir enzimas que destroem células cancerígenas. O principal composto fitoquímico que elimina ou reduz o H.Pylori é o sulforafano.

Os pesquisadores examinaram 50 pessoas contaminadas com o H. pylori e dividiram elas em dois grupos. Durante oito semanas um grupo consumiu até 100 gramas de brócolis por dia e o outro a mesma quantidade de brotos de alfafa.

Foram realizados exames padronizados de sangue nos dois grupos e verificou-se que o grupo que ingeriu brócolis, reduziu significativamente a quantidade de H. pylori, e os níveis do outro grupo permaneceram inalterados.

Equipe Bem Star

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Melancia combate dificuldades de ereção

Com efeito semelhante ao Viagra; a fruta também aumenta a libido


Por Minha Vida

Os poderes afrodisíacos da pimenta e das ostras para aumentar a vida sexual já são bastante conhecidos. Mas ninguém nunca desconfiou que a melancia também pudesse esquentar a vida sexual dos casais.

Investigando a fruta, pesquisadores do Centro de Aprimoramento de Frutas e Vegetais da Universidade A&M do Texas (estados Unidos), descobriram que ela é rica num fitonutriente reconhecido como vasodilator: a citrulina. A substância é convertida em arginina, precursora na formação do óxido nítrico no interior dos vasos sanguíneos. O óxido nítrico, por sua vez, leva à vasodilatação e ao relaxamento vascular (não á toa, ele é dos componentes do Viagra).

A mesma lógica também elege a fruta como eficaz no combate aos problemas cardiovasculares, à medida que ela aumenta o fluxo sangüíneo. Mas os efeitos libidinosos do consumo podem não ser notados por todo mundo. Não podemos afirmar que toda a citrulina será convertida em arginina, nem que toda arginina será usada pelo organismo na produção de óxido nítrico , esclarece a nutricionista funcional Daniela Jobst. Cada metabolismo reage de acordo com as necessidades do indivíduo .

A citrulina, no entanto, concentra-se principalmente na casca e nas sementes da melancia. Por isso, é necessário o aproveitamento de toda a fruta, mudando hábitos de consumo dos brasileiros , afirma a chefe da equipe nutricional do MinhaVida,Roberta Stella. O suco também é eficaz contra febres e as sementes aliviam a pressão alta , diz a especialista.

Uma talha com 100g de melancia é aliada suculenta da sua dieta: conta com apenas 31 calorias e ainda é rica em sais minerais (ferro, cálcio e fósforo) e vitaminas (complexo B, A e C). Por ser rica em água, ela tem ótima atuação no sistema digestivo e na limpeza das vias urinárias. Também tem grande quantidade de licopeno e glutationa, que protegem contra o câncer e o envelhecimento precoce.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Abieiro

abieiro





(Lucuma caimito). Árvore frutífera da família das Sapotáceas, aclimada no Brasil, onde alguns acreditam que é espontânea. O fruto é o abiu, do tamanho duma pêra, amarelo por fora. A massa é doce e gomosa, sendo utilizada nas doenças pulmonares. “Em medicina é tônico de valor, anti-diarréico, antidisentérico, antiperiódico e muito empregado contra as febres intermitentes.” (Chernowiz, “Formulário e Guia Médico”).


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Seis fitoterápicos passam a ser oferecidos pelo SUS em 2010

27/12/09 - 07h00

No total, rede pública contará com oito medicamentos desse tipo.
Especialistas alertam que remédios devem ser prescritos por médicos.
Luciana Rossetto Do G1, em São Paulo

Foto: Reprodução/TV Globo
Foto: Reprodução/TV Globo

Fitoterápicos produzidos com alcachofra poderão ser usados no SUS (Foto: Reprodução/TV Globo)

Mais seis medicamentos fitoterápicos passarão a ser oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a partir de 2010. No total, o SUS contará com oito remédios desse tipo.

Serão incluídos na relação oferecida à população remédios feitos com alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, insoflavona da soja e unha de gato. Desde 2006, medicamentos produzidos com guaco e espinheira santa estavam disponíveis.

Porém, o diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, José Miguel do Nascimento Junior, ressalta que nem todos esses medicamentos estarão nos postos de saúde.

Segundo ele, cabe ao gestor do SUS de cada localidade definir quais remédios comprar com a verba destinada pelo Ministério da Saúde, pelos estados e municípios.

Foto: Arquivo/Embrapa
Ampliar Foto 
Foto: Arquivo/Embrapa

Fitoterápicos feitos com guaco já eram utilizados pelo SUS desde 2006 (Foto: Arquivo/Embrapa)

“A inclusão dos fitoterápicos no SUS significa que o administrador poderá comprar antibiótico, produto para asma e escolher também um xarope de guaco. Será levado em conta o costume do uso dessas plantas pela população. São seis novas opções terapêuticas que o gestor do SUS está autorizado a comprar para os pacientes, caso ele entenda que é interessante”, disse Nascimento Junior ao G1.
Receita médica
Apesar da distribuição pelo SUS ajudar a popularizar os fitoterápicos, especialistas alertam que esses medicamentos só podem ser consumidos com orientação médica.

“Os medicamentos têm origem em plantas, mas isso não significa que podem ser tomados sem receita médica. Aquela ideia de que o que vem da terra não faz mal, não é verdade”, diz Ricardo Tabach, doutor em psicobiologia e pesquisador do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

De acordo com Tabach, tomar fitoterápicos junto com remédios tradicionais não é apenas desnecessário, mas também perigoso. O ato pode acarretar em uma interação medicamentosa com efeitos colaterais e reações adversas. Mesmo produtos naturais são perigosos. “Um paciente em tratamento com um remédio tradicional pode começar a tomar um chá para ajudar. Quando ocorrem efeitos colaterais, o médico acha que é o remédio, sem saber que o motivo foi a combinação com o chá”, diz.


A médica Ceci Mendes Carvalho Lopes, presidente da Associação Médica Brasileira de Fitomedicina (Sobrafito), acredita que a medida pode diminuir o preconceito dos próprios médicos em relação aos fitoterápicos. “Existe um preconceito imenso que, na realidade, não tem sentido, mas está baseado no fato de muitas faculdades não terem fitoterapia no currículo. O médico tem receio de se comprometer com uma coisa que ele não conhece”, disse.

Para a médica, se o medicamento existe e tem efeito comprovado, não há motivos para não usá-lo. “Não pode acreditar só na tradição popular. Desde que exista o respaldo científico, o fitoterápico é uma opção para o médico conforme cada caso”, afirma Ceci.
Registro
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que os oito medicamentos têm registro. Segundo a Anvisa, há 512 medicamentos fitoterápicos registrados, que são fabricados por 119 empresas.

Segundo Nascimento Junior, os oito fitoterápicos disponíveis no SUS foram determinados a partir de alguns critérios, como ser originário de plantas nativas do Brasil ou exóticas adaptadas, estar representado nas cinco regiões do Brasil e ter indicação para uso em doenças da atenção básica.

A expectativa do governo é que os medicamentos sejam usados em todos os estados. “É um processo de crescimento para romper barreiras, preconceitos e ganhar o status como o de outros medicamentos”, afirma Nascimento Junior.
Lista de medicamentos oferecidos pelo SUS:


Imagem                                Nome Popular Indicações de uso
Reprodução/TV Globo

(Reprodução/TV Globo)

Alcachofra Tratamento de dores na região abdominal associadas a disfunções relacionadas ao fígado e à bile.
Reprodução/TV Globo

(Reprodução/TV Globo)

Aroeira Produtos ginecológicos anti-inflamatórios.
Reprodução/TV Globo

(Reprodução/TV Globo)

Insoflavona da Soja Climatério (coadjuvante no alívio dos sintomas)
Reprodução/TV Globo

(Reprodução/TV Globo)

Unha de Gato Anti-inflamatório (oral e tópico) nos casos de artrite reumatóide, osteoartrite (artrose) e como imunoestimulante.
Reprodução/TV Globo

(Arquivo/Embrapa)

Guaco Indicado para tosse, bronquite, asma, pigarro, rouquidão e inflamação na garganta.
Espinheira Santa Indicada no combate a úlceras e problemas estomacais.
Cáscara Sagrada Constipação ocasional (prisão de ventre)
Garra do Diabo Anti-inflamatório (oral) para dores lombares, osteoartrite (artrose)

*Fonte: Ministério da Saúde

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Abaceiro Amargoso

Chegam a frutificar 60 ou mais contemporaneamente sendo que na China e no Japão seus modelos esquisitos são ainda desconhecidos no Brasil. Depois de esvasiados, seus belos frutos são usados para a feitura de vasilhames, na maioria dos países onde vegeta.
plantas-medicinais.me


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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Saiba mais sobre o ciclo reprodutivo das angiospermas

17/12/09 - 07h00

Esses vegetais apresentam flores e frutos.
Conheça melhor as suas estruturas.
Do G1, em São Paulo



No último vídeo sobre os ciclos reprodutivos, Bruno Malizia, professor de biologia do curso PH, no Rio de Janeiro, explica como funciona o ciclo das angiospermas.

"O grupo das angiospermas é mais recente e mais diversificado, porque existem algumas novidades evolutivas, algumas apomorfias que conferem grande vantagem em relação ao sucesso reprodutivo", afirma.

Uma das grandes adaptações é a presença de uma flor, que serve para atrair diversos organismos polinizadores, o que aumenta muito a capacidade reprodutiva dos vegetais. A outra adaptação é a presença de fruto, que serve também para auxiliar na dispersão de suas sementes.

"Sabemos que nos ciclos haplodiplobiontes, a partir de pteridófitas, a fase predominante é o esporófito. A produção de esporos em angiospermas vai acontecer na flor, em uma região masculina, que irá produzir um esporo masculino. Na região feminina da flor, será produzido um esporo feminino", explica.

Segundo o professor, a região masculina, chamada de androceu, produzirá o grão de pólen. A região feminina, chamada de gineceu, produzirá os óvulos, que conterão estruturas que formarão um gametófito."

O professor de biologia mostra ainda as diferentes partes que compõem cada uma das regiões. Ele explica também como se dá a dupla fecundação (assista ao vídeo).

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

ABÓBORA

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(Cucurbita Pepo)
A abóbora também chamada de jerimum no norte e nordeste de nosso País, é um vegetal da família da cucurbitáceas, que se destaca sobretudo por sua riqueza em pró-vitamina A e pelo seu conteúdo em fósforo, cálcio e ferro.

Uso medicinal:
Folhas – são boas contra a erisipela. Usam-se em fricções, da mesma forma como as flores.
Folhas frescas contundidas, aplicam-se sobre queimaduras.
A seiva das folhas, fritos em azeite de oliva, aplicados em cataplasmas, ao peito, trazem bons resultados em casos de pneumonia.
Flores – em fricções, dão bons resultados contra a erisipela, dissipando o inchaço.
Ligeiramente assadas e aplicadas ao ouvido, são eficazes contra as otites.
Sementes – são calmantes e refrescantes.
Em emulsão, prestam bons serviços nas inflamações do tubo digestivo, da bexiga e da uretra.
Para combater a bronquite, prepara-se uma emulsão da seguinte maneira:
-Pega-se umas 50 gramas de sementes descascadas, moem-se com uns 20 gramas de açúcar e acrescentam-se uns 80 gramas de água. Toma-se várias colheradas por dia.
As semente são empregadas também, eficazmente, contra a solitária, para cuja expulsão é preciso, na véspera, tomar três colheres, das de sopa, de óleo de rícino, e evitar toda alimentação. Descasca-se as sementes da abóbora com o cuidado de não tirar-lhes a película esverdeada que envolve a amêndoa. Tritura-se de 60 a 80 gramas de sementes descascadas e mistura-se com igual quantidade de açúcar e umas 10 colheres de leite. Toma-se em jejum. Duas horas depois ingere-se outras três colheres de óleo de rícino. Convém não esquecer que esta receita é para adultos.
Lombrigas – expulsa-se com dose menores, repetidas de três em três dias, e mesmo sem abstenção total de alimentos na véspera.
Toma-se o óleo de rícino uma hora após a ingestão das sementes.
As sementes verdes são empregadas pelos homeopatas contra a intensa náusea depois das refeições e contra os vômitos no período da gravidez.
Polpa – crua ou cozida, serve para preparar cataplasmas emolientes que se aplicam sobre queimaduras do primeiro grau e sobre inflamações externas, furúnculos e antrazes.

É laxante e diurética.
Segundo investigações do Dr. Lakovsky, de Kiev, o purê de abóbora (aqui chamado de quibebe), exerce ação diurética bastante acentuada nas enfermidades renais e mesmo nas inflamações graves, crônicas, dos rins. O referido clinico observou que, sob influencia desse vegetal, aumentava a quantidade de urina eliminada, bem como a proporção das matérias solidas contidas na mesma, ao mesmo tempo em que os edemas ou inchaços diminuíam e acabavam desaparecendo, e a reação da urina se tornava alcalina. – Dr. Teófilo L. Ochoa.
A polpa é também alcalinizante; portanto boa para quem sofre de artritismo.
É rica em fosfato e é tônica para o cérebro.
É muito rica em globulina, e é boa para o fígado, os rins e os intestinos.
Dá bons resultados, crua, no combate a hidropisia.
Deve ser usada cozida pelos que sofrem de hemorróidas.

Pendúnculos – triturados e fervidos na água, empregam-se no preparo de um chá bom para curar hemorragias uterinas. Toma-se várias xícaras por dia.
O mesmo chá, no qual se adiciona uma colher de tremoços moídos, é bom remédio contra a diarréia, a disenteria e a malaria.

Valor alimentício:
A abóbora pode ser empregada como integrante de sopas de hortaliças para crianças desde os seis meses de idade.
Incluindo esse vegetal em nossa ração, estamos assegurando a mesma um bom teor de vitamina A.
Crua, pde-se usá-la ralada, em mistura com cenoura, beterraba ou nabo, no preparo de saladas.
Presta-se também na preparação de sucos em conjunto com cenoura, beterraba, tomate, abacate, etc, na centrifuga ou no liquidificador.
Cozida pode empregar-se juntamente com batatinha , batata-doce, mandioca, arroz, feijão, trigo etc.
Os brotos cozidos serve para salada ou sopas.
As pontas tenras de aboboreiras (cambuquiras), com milho verde, ralado, dão uma sopa deliciosa, muito usada no Brasil. O Prof. Dr. Deodato de Morais alega que essas pontas tem propriedades estomáquicas notáveis.
A flor pode ser preparada a milaneza.
As sementes, descascadas e ligeiramente tostadas, comidas com pão integral, pela manhã, são muito nutritivas. Podem também ser usadas com nozes, coco ou amendoim. É um alimento reconstituinte para crianças desnutridas, débeis, raquíticas..
Fonte: As hortaliçãs na medicina doméstiva - A. BALBACH
pag.168

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O poder dos cítricos


As frutas cítricas não podem faltar na alimentação do dia a dia.

As frutas cítricas possuem ação antioxidante relacionadas à vitamina C e aos flavonóides,que são substâncias semelhantes às vitaminas e exercem ação contra os radicais livres. A hesperidina, um dos flavonóides da tangerina e da laranja, auxilia na absorção da própria vitamina C.

Várias pesquisas médicas apontam que os flavonóides dos cítricos também têm ação preventiva no combate ao câncer. O consumo regular das frutas cítricas ajuda a prevenir tumores e suas conseqüências.

Em relação ao sistema cardiovascular, o consumo regular de laranja, tangerina, lima, limão ou grapefruit, colabora para diminuir o LDL, o mau colesterol e os triglicerídios.

A laranja e a tangerina, sobretudo se ingeridas com o bagaço, ajudam a tratar a prisão de ventre,já que as fibras exercem ação de limpeza intestinal,absorvendo gorduras e facilitando a remoção das impurezas.

Por Marco de Cardoso

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Chá mate ajuda a reduzir o colesterol ruim

Três doses diárias da bebida seriam eficazes para baixar as taxas


Por Minha Vida

Quente, gelado, com canela ou limão. O chá mate, conhecido por todos como uma bebida refrescante, foi a fonte de inspiração de uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Santa Catarina, que constatou que consumir três doses diárias (aproximadamente 300 ml cada ou quase 1 litro por dia) é capaz de diminuir em 13% as taxas de colesterol ruim, o LDL, e aumentar a de colesterol bom, o HDL.

Essa ação foi observada em amostras de sangue de 100 voluntários que incluíram a bebida no cardápio durante 60 dias. Os pesquisadores explicam que isso se dá porque algumas substâncias presentes na erva mate, como alcaloides e os glicídeos, funcionam como uma espécie de detergente que reage com os ácidos biliares, impedindo a absorção da gordura pelo intestino.

Os pesquisadores acreditam que os princípios ativos da erva mate não ajam apenas nos sais biliares, mas inibam também a atividade da lipase, uma enzima secretada pelo pâncreas que está envolvida na digestão de gordura.

Ainda serão necessárias outras pesquisas sobre o assunto, mas os pesquisadores vêem com bastante entusiasmo os primeiros resultados
Publicado em 27/11/2009