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quinta-feira, 26 de junho de 2008

Angélica

(Angelica archangelica)

Flores de Angélica, partes aéreas

Descrição
A Angélica é uma planta nativa do norte da Europa, em locais frios e úmidos, especialmente na Escandinávia e vizinhanças, onde é uma planta selvagem. Pode chegar aos 2m de altura, possui caules ocos cor de vinho e folhas verdes, com um serrilhado em sua margem. Suas flores são amarelas e esverdeadas, pequenas e numerosas, são agrupadas em aglomerados globulares, um pouco semelhantes a um brócolis. Possui aroma agradável e intenso, que alguns descrevem como similar ao cedro e zimbro.

Indicações
A Angélica ajuda a melhorar a circulação sangüínea, como auxiliar no tratamento de problemas digestivos e estômago, resfriados, como febrígudo e expectorante. Infusão ou mastigar a Angélica é eficaz para problemas de flatulência. A parte mais utilizada na medicina popular são suas raízes, mas toda a planta tem efeitos benéficos para a saúde.

Nome em inglês: Garden Angelica

Andiroba

(Carapa guianensis)

Descrição
A Andiroba é uma árvore de porte grande, atingindo uma altura de 30 a 40 metros, ocorrendo na região da Floresta Amazônica, América Central e África. A madeira é semelhante ao mogno, considerada nobre, sendo muito visada por madeireiras. A Andiroba produz grandes quantidades de amêndoas, de onde se extrai um óleo de coloração amarela e sabor amargo.

Indicações
O óleo das amêndoas de Andiroba é usado principalmente para tratar problemas de pele como inflamações, auxiliar a cicatrização de feridas, inchaços, reumatismo, etc. Usa-se também o óleo de Andiroba para infecções de ouvido, pingando algumas gotas no local afetado. Também é eficaz como repelente de insetos, sendo utilizado ou no corpo ou em velas; estudos indicam que velas feitas com Andiroba espantam o mosquito da dengue. Na indústria cosmética, é utilizado em xampus e sabonetes.

Nome em inglês: Brazilian Mahogany

Nomes Comuns: Andirova, angirova, carapa

Marapuama

(Ptychopetalum olacoides)

Descrição
A Marapuama é uma planta nativa da região da floresta amazônica, há muito tempo conhecida e utilizada por índios nativos brasileiros. A árvore de Marapuama pode chegar até 5 metros de altura, suas folhas são verdes, oblongas e suas flores são numerosas, pequenas, de coloração branca com perfume que lembra o jasmim.

Indicações
Cascas e raízes de Marapuama são usadas no tratamento da impotência sexual e problemas de ereção. A Marapuama é considerada um afrodisíaco natural, aumentando a libido. Na Europa é comum o uso dessa planta para casos de disenteria. A Marapuama também é recomendada para casos de stress, fadiga, depressão e perda de memória. No Brasil, existem pesquisas sendo realizadas com extrato de Marapuama e Catuaba para uso em estética no combate à celulite.

Nomes Comuns: Muirapuama, Muiratã

Nome em inglês: Potency Wood

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Mamica de cadela


Arbusto brasileiro contra o mal de Chagas

A cura para o mal de Chagas pode ter sido descoberta por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto e da Universidade de Franca (Unifran). Ainda faltam os testes pré-clínicos, em animais, e o clínico em seres humanos, mas os cientistas acreditam que a cubebina e o metilpluviatolido, substâncias retiradas de um arbusto chamado popularmente de "mamica de cadela" (foto), que recebe este nome devido ao formato de seus espinhos, pode eliminar do sangue dos portadores o protozoário Trypanosoma cruzy, transmitido pelo inseto chamado barbeiro. Mas as vítimas do mal de Chagas ainda terão que realizar transplantes cardíacos, já que os danos causados pela doença no coração são irreversíveis. Um laboratório particular estuda a possibilidade de fabricar o medicamento. Os pesquisadores aguardam financiamento para iniciar os testes clínicos, que dirão ofi-cialmente que as substâncias não são tóxicas.

MALVA


Malva sp.

Nome científico: Malva sp.

Família: Malvaceae.

Propriedades medicinais: emoliente, expectorante.

Indicações: abscesso da gengiva ou da boca, angina, ferida inflamada, inflamação das vias respiratórias, lavagem em inflamação dos intestinos, tosse (causada pela irritação da traquéia ou da laringe). Nota: pedaços da raiz mascado por crianças favorece o desgaste da pele onde os dentes estão rompendo e alivia a dor.

MACELA


Chamaemelum nobile (L.) All.

Nome científico: Chamaemelum nobile (L.) All.

Família: Asteraceae.

Sinônimos botânicos: Anthemis nobilis L.

Outros nomes populares: camomila-inglesa, camomila-perene, camomila-romana. Manzanilla (espanhol), camomille romaine (francês), perennial chamomile (inglês), camomilla (italiano), chamomillae romanae (latim).

Constituintes químicos: ácido angélico, ácido isobutírico, flavonóides, lactona sesquiterpênica, pró-camazuleno, tanino. Composição do óleo essencial: isoamila, issobutila, nobilina, pinocarveol.

Propriedades medicinais: antialérgica, antiespasmódica, antiinflamatória, antiirritante, emenagoga, estomáquica, sedativa, tônica.

Indicações: afecção nervosa, histeria, problema menstrual, febre intermitente, flatulência, má digestão; peles e olhos avermelhados, inflamação na pele, sarda, mancha senil nas mãos, joelhos e cotovelos ásperos, alergia na pele; clarear cabelos castanhos e claros.

Parte utilizada: flores, óleo essencial.

Contra-indicações/cuidados: não deve ser utilizada por pessoa em tratamento radioterápico, pois impede que a radiação destrua as células sadias e as malignas (efeito anti-oxidante).
Pode ocorrer reações alérgicas, efeito anticoagulante.

Modo de usar:
- infusão de 5 a 10 gs em 100 ml de água fervente por 15 minutos. Filtrar e tomar 3 xícaras ao dia;
- maceração de 10 gs em 100 ml de vinho branco por 5 dias. Filtar e tomar um cálice pequeno 3 vezes ao dia;
- titntura: 20 gs em 100 ml de azeite, esquenta em banho maria por 2 horas no fogo baixo. Filtar e usar para massagem: dores de ouvido, nevralgias, limpeza de crostas de recém-nascidos. Para reumatismo, acrescentar 10 gs de cânfora: massagear as juntas doloridas;
- decocção por 10 minutos, de 30 gs de camomila em 1/4 de xícara de azeite de oliva. Deixe esfriar, filtrar em gaze, esprema e aplique: queimaduras solares.

Lúpulo


O lúpulo tem sua principal aplicação na fabricação da cerveja. Ele dá à cerveja sabor e aroma, atua como um conservante natural e auxilia na formação da espuma. No passado já foi utilizado como sedativo em travesseiros, chás de lúpulo e como agente aromatizante na fabricação de queijos e pães. Já esteve e agora voltou a ter utilização na área de cosméticos.

O uso de lúpulo na fabricação de cerveja remonta a 736 DC no sul da Europa Central. Para os Estados Unidos ele foi levado em 1629 pelos colonizadores. Hoje em dia, praticamente todo o lúpulo cultivado comercialmente se encontra nos estados do noroeste pacífico: Washington, Oregon e Idaho.

Lúpulos são plantas permanentes que podem ser machos ou fêmeas. As plantas macho são utilizadas para reprodução (fertilização) e não tem aplicação na cerveja. Já as plantas fêmeas produzem um cone de lúpulo que contém as propriedades químicas que são utilizadas no processo de fabricação de cerveja. Esse material é conhecido por lupulina.

Existem basicamente dois tipos de lúpulo: o aromático e o amargor. Os lúpulos aromáticos são caracterizados por terem teores ácidos alfa baixos, níveis mais altos de ácidos beta e um perfil de óleo associado a bom aroma. Esses lúpulos geralmente são usados como lúpulos de acabamento ou condicionadores e são adicionados ao mosto normalmente nos minutos finais da fervura. Lúpulos amargos possuem um nível bem mais elevado de ácidos alfa do que de ácidos beta. Esses geralmente são utilizados no processo de fervura para extração do amargor. Existem algumas variedades que são consideradas “duais” como, por exemplo, o Northern Brewer, Cluster entre outras.

Existem várias formas de acondicionamento do lúpulo, são elas:

Lúpulo Natural: é o lúpulo em folha no formato de cones os quais passaram por um processo de secagem e depois são prensados e armazenados em fardos. Esta maneira de utilização apesar de hoje ainda ter aplicação, é a mais inconsistente em nível de rendimento, é volumosa, apresentando péssimas condições de estocagem pelo espaço que ocupa. Convém salientar que a nível mundial existem cervejarias que não abrem mão da utilização do lúpulo natural.

Lúpulo em pellets: “Pellets” de lúpulo são basicamente lúpulos em folha que foram moídos e depois prensados em forma de pequenos cones. Os lúpulos moídos se mantêm unidos nestes pequenos cones comprimidos, por causa da resina natural do lúpulo. Nenhum aditivo é colocado num “pellet” padrão do tipo 90. Esse produto é acondicionado então em uma embalagem fechada à vácuo. A maior vantagem é menos espaço para armazenagem, melhor consistência e utilização acentuada. No caso do lúpulo ser moído e pelletizado como ele é colhido, o pellet é denominado T-90. Porém no caso do lúpulo sofrer uma retirada das folhas o pellet é denominado T-45 obtendo-se mais ácido alfa em volumes menores.

Lúpulo Extrato: Muitas cervejarias espalhadas pelo mundo usam uma forma liquefeita de lúpulos chamada de extrato de lúpulo. Basicamente esse processo remove a resina da matéria vegetativa do lúpulo. Existem muitas espécies desse produto. As vantagens são: a consistência, menor espaço de estocagem, deterioração mínima e maior utilização. Uma desvantagem é que o lúpulo foi alterado em sua essência.

Produtos de lúpulo: Além dos lúpulos aqui mencionados, começam a surgir os produtos de lúpulo, que são os óleos essenciais e essências de lúpulo. Estes produtos podem ser aplicados nas diversas etapas do processo produtivo da cerveja.


LÓTUS


Nelumbo nucifera Gaertn.

Nome científico: Nelumbo nucifera Gaertn.

Família: Nymphaeaceae.

Sinônimos botânicos: Nelumbium nuciferum Gaertn., Nelumbo caspica (DC.) Fisch., Nelumbo komarovii Grossh., Nelumbo nucifera var. macrorhizomata Nakai, Nelumbo speciosa Willd., Nymphaea nelumbo L.

Outros nomes populares: flor-de-lótus, lótus-da-índia, lótus-egípcio, lótus-sagrado, raiz-de-lotus, sacred lotus (inglês), lotus (espanhol, francês), fior di loto (italiano).

Constituintes químicos: cálcio, carboidrato, magnésio, potássio, óleos essenciais, proteína, sais, sódio, beta-careoteno, tanino, nelumbina, roemerina, zinco.

Propriedades medicinais: antidiarréica, antifebrífuga, antitussígena, emoliente catarral, estomacal.

Indicações: afecções respiratórias, afecção e sangramento uterino, catarro pulmonar, cólera, desobstruir as vias respiratórias e eliminar as secreções, diarréia, distúrbio estomacal, efizema pulmonar, febre, gripes, laringite, pneumonia, rinite, suores da menopausa, tosse, vômito.

Parte utilizada: planta inteira; raiz

Contra-indicações/cuidados: não encontrado na literatura consultada.

Modo de usar: decocção: tomar 1 xícaras de chá 3 vezes/dia.

Lobelia inflata


A substância activa mais importante deste tipo de lobélia é a lobelina. É normalmente usada como substituto da nicotina por pessoas que querem deixar de fumar cigarros.

Efeitos

É relaxante e causa uma ligeira euforia. Regula o sistema nervoso e suaviza os tubos brônquicos e a garganta.

Uso

A Lobelia inflata pode ser usada como chá, usando uma pequena quantidade: um quarto ou meia colher de chá da erva numa chávena de água a ferver durante 10 a 15 minutos.

Aviso

A overdose pode causar sufocamento e/ou pressões na garganta ou peito.

Tanchagem


Nome científico: Plantago Maior
Partes usadas: Folhas, raízes
Família: Plantagináceae
Propriedades Químicas: Tanino, mucilagem, pectina, colina, sais minerais, enxofre, flavonóides, ácidos fenólicos, glicosídeos, citrato de potássio, vitamina C e alcalóides noscapina.
Propriedades terapêuticas: Antiinflamatória, expectorante, analgésica, antipirética, emoliente, depurativa, adstringente, diurética, vulnerária, sinusite, dermatite, psoríase, acne, anti-hemorroidal e antialérgico.
Indicações: amidalite, estomatite, parotidite, faringite, furúnculos, varizes, ferimentos abertos e infectados ou não, queimaduras, fissuras de mama, hemorróidas, afecções das vias respiratórias (tosses, bronquites, etc) devido à ação do alcalóide noscapina.

Sálvia


Nomes Populares: sálvia, salva, erva das feiticeiras, salva de botica, salveta, chá da Grécia
Nome Científico: Salvia Officinallis
Planeta: Júpiter

Origem: Mediterrânea, desde a costa sul da Espanha até Marselha e na Itália. A sálvia é tida desde tempos imemoriais como a erva da longevidade.
Quem tem sálvia em casa nunca envelhece, já dizia um velho provérbio chinês.
Seu nome deriva da palavra latina salvere, que significa estar de boa saúde, curar.

É uma ótima erva culinária, mas é melhor não misturar com outras, pois como disse um cozinheiro chefe: "Na grandiosa ópera da culinária, a sálvia representa a prima donna caprichosa, que se ofende por tudo e por nada, Gosta de ter o palco por sua conta."
Partes usadas: Folhas e flores

Propriedades Medicinais: Ajuda a fazer a digestão e é anti-séptica, fungicida e contém estrógeno. Ajuda a combater a diarréia.
O chá é bom para gengivas inflamadas, aftas, dores de garganta e problemas de mucosas, além de aliviar diabetes e sintomas de menopausa.
Diminui o suor excessivo e é restauradora de energia, tendo poder tonificante sobre o fígado. Usada também para dores de ovário, icterícia, depressão, tremores, vertigens, impotência sexual. O chá das folhas e flores tem ação anti-séptica, anti-sudorífera, fungicida, estimulante da digestão e balsâmica; contém estrógeno. Não deve ser tomada em grandes doses por períodos muito longos.
Infuso: 5 g de folha em 100 ml de água fervente por 10 minutos. Para picadas de insetos esfregar folhas frescas no local atingido. Friccionada nos dentes, clareia-os.

Cosmética: A infusão é um bom adstringente para pele oleosa e escurecedor de cabelos. A infusão também é boa para combater a caspa e as inflamações do couro cabeludo. Para remover tártaro e clarear os dentes: Sal marinho e sálvia.
Utilização: Uso caseiro. Pôr folhas secas de sálvia entre as roupas para afastar insetos. Faz parte das ervas inseticidas (em infusão).
Aromaterapia: Na aromaterapia, o óleo essencial de sálvia é usado como antioxidante, estimulante, tônico, desinfetante, adstringente, é indicado para cabeça e cérebro, ativando os sentidos, a memória e fortalecendo os nervos.
Efeitos colaterais: Não usar a erva em casos de insuficiência renal, durante a menstruação ou amamentação. Pode causar súbita elevação da pressão arterial. Não consumir em grandes quantidades ou por longos períodos de tempo consecutivos. Não deve ser tomada por mulheres grávidas e crianças.

Quebra Pedra


Nome científico: Phyllanthus Niruri
Partes usadas: Toda a planta
Família: Euforbiácea

Propriedades Químicas: Sais minerais, glicosídeos, flavonóides, ácidos orgânicos, princípios amargos.

Propriedades Terapêuticas: Antidiabética, aperiente, diurética, sudorífera, antigota, hidropsia, prostatite e artrite.
Indicações: enfermidades da bexiga, cistite, cólicas renais, distúrbios da próstata, fortificante do estômago. Elimina ácido úrico e é eficaz no tratamento de hepatite, icterícea e, como o seu nome indica, quebra pedra, ou seja, dissolve areias e cálculos renais.

Manjericão ou Alfavaca


Nomes Populares: Alfavaca cheirosa, manjericão grande-erva real, manjericão dos cozinheiros
Nome Científico: Ocimum Basilicum
Família: Labiadas
Planeta: Marte

Origem: Deriva do grego basileus, que significa rei. Originário da Índia.

Partes usadas: Folhas e flores

Outras espécies:

Manjericão de folha miúda ou de santa cruz: o. minimum.
Manjericão de folha crespa: o. crispum
Manjericão de folha roxa: o. purpureum
Alfavacão: o. graissimun.

Propriedades Medicinais: As folhas são ricas em vitamina A e C, além de ter vitaminas B (1,2 e 3) e são uma fonte de minerais (cálcio, fósforo e ferro). São sudoríferas e diuréticas, indicadas para os casos de ardor ao urinar.
Bom para compressas nos bicos doloridos das lactantes.
Auxilia na boa circulação, pele, dores reumáticas, tosses e resfriados. Ajuda a fazer a digestão.
Afasta a fadiga. Bom para aftas. Dá uma excelente pomada antibacteriana.

Para Insônia: 1 col. de chá de folha em 1/4 de litro de água fervente. Faça um infuso por 5 minutos. Coe e beba à noite antes de deitar.

Para dor no mamilo de lactantes: Infuso de 2 xícaras de água fervente com 2 colheres de sopa de folha por 10 minutos. Coe e aplique compressas.

Cosmética: Vinagre de manjericão é um excelente hidratante para cabelo e pele.

O ungüento da erva exerce o mesmo efeito sobre a pele, mais suavemente.
Uso caseiro: Afasta mosquitos e embaixo do travesseiro faz ter uma boa noite de sono
Efeitos colaterais: Contra indicado para mulheres grávidas.

Louro


Nomes Populares: loureiro vulgar, loureiro dos poetas
Nome Científico: Laurus Nobilis
Família: Lauráceas

Origem: Mediterrâneo, adaptou-se bem em regiões de clima temperado:
O loureiro era a árvore consagrada ao deus Apolo, deus grego da profecia, poesia e cura. As sacerdotisas transmitiam suas profecias após, entre outros rituais, comer uma folha de louro. Na Antigüidade greco-romana era símbolo de glória, com as coroas feitas da erva.

Propriedades Medicinais: Alivia cólicas menstruais e ajuda a curar afecções da pele e do ouvido. Atua contra o cansaço e auxilia no tratamento de hemorróidas, reumatismo e contusões. Em infusão ajuda a fazer a digestão e a estimular o apetite.

As folhas também são usadas no preparo de ungüentos (por exemplo a pomada com o sumo das folhas misturada com lanolina ou vaselina para picada de insetos).

Uso caseiro: Pendurar ramos pela casa para refrescar e perfumar o ar.
As folhas nas gavetas e armários ajudam a afastar traças.

Efeitos colaterais: Consumido em grandes doses, tem efeito narcótico.

Embaúba

Nome científico: Cecropia Peltata

Partes usadas: Folhas, raízes e frutos
Família: Moráceas

Propriedades Químicas: Glicosídeos flavonóides, taninos e alcalóides.

Propriedades Terapêuticas: Béquica, expectorante, adstringente, antidiabética, diurética, cardiotônica, hipotensora, mal de Parkinson, vulnerária e disbiose.

Indicações: A medicina popular utiliza, em geral, as raízes e a casca da embaúba, porém nas folhas jovens é encontramos o seu poder mais curativo. A pressão arterial pode ser normalizada com o uso da planta. O chá e o xarope são usados para combater afecções respiratórias agudas, descongestionando os pulmões.