Página Inicial ! Afrodisíacos ! Alimentos Nutracêuticos ! Condimentos ! Chás ! Diabetes ! Dietas ! Disfunção Erétil ! Doenças e ervas indicadas ! Ervas Medicinais ! Ervas Aromáticas e Especiarias ! Sucos ! Fitoterapia !Frutas na Medicina Natural ! Hipertensão ! Impotência Sexual ! Linhaça e suas propriedades ! Propriedades medicinais das frutas ! Simbologia do Mundo Vegetal ! Ervas para banhos ! Remédios Caseiros ! Verduras e Legumes ! Dicas de saúde ! Propriedades medicinais da maçã ! Plantas de uso na Amazônia ! Própolis ! Perguntas frequentes x Respostas ! Sementes ! Tabagismo ! Terceira Idade ! Vídeos ! Vinagre de Maçã ! Vitaminas !


















Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Programa nacional de plantas medicinais amplia uso de fitoterápicos pelo SUS



15/01/2009
Redação do Diário da Saúde

Programa nacional de plantas medicinais amplia uso de fitoterápicos
Medicamentos fitoterápicos

O Ministério da Saúde acaba de lançar o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. A medida vai beneficiar diversos setores da cadeia produtiva, desde o cultivo da semente até a manipulação das plantas medicinais.
A lista de plantas usadas em medicamentos fitoterápicos, já disponíveis através do Sistema Único de Saúde (SUS), será ampliada.
Medicamento fitoterápico, de acordo com a legislação sanitária brasileira, é aquele obtido a partir, exclusivamente, de matérias-primas ativas vegetais.

Fitoterápicos no SUS

A quantidade de medicamentos fitoterápicos oferecidos pelo SUS será definida por um grupo de especialistas vinculados ao Ministério da Saúde, que comporão um comitê específico para acompanhar o assunto.
Desde 2007, o SUS fornece medicamentos fitoterápicos feitos à base de espinheira santa - para gastrites e úlceras - e guaco - para tosses e gripes. Com a implementação do novo Programa, a intenção é disseminar o uso da fitoterapia.
Os medicamentos fitoterápicos utilizados pelo SUS são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, por isso, são considerados seguros e eficazes para a população. Eles garantem o mesmo efeito que um medicamento sintético.

Comitê Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos

Além do novo programa, o governo criou também o Comitê Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde. Esse grupo é formado por membros da sociedade civil, ministérios e entidades vinculadas, como representantes da agricultura familiar e do setor de manipulação.
Ele tem a missão de monitorar e avaliar o Programa Nacional, assim como de verificar a ampliação das opções terapêuticas aos usuários e a garantia de acesso a plantas medicinais e fitoterápicos e serviços relacionados pelo SUS. Dentre outras ações, o Comitê vai incentivar a promoção à pesquisa, desenvolvimento de tecnologia e inovações nas diversas etapas da cadeia produtiva.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Índice de Plantas Medicinais

A Abacateiro - Abacaxi - Abaceiro Amargoso - Abajerú - Abiu - Abóbora - Aboborinha - Abobrinha - Abrótono - Absinto - Abuta - Abútua - Abrunheiro - Acácia - Acácia Falsa - Acanto - Acapurana - Acariçoba - Acelga - Acerola - Acônito - Adonis - Açaí - Açafrão da Índia - Açafrão verdadeiro - Açafrão do Prado - Açoita Cavalo - Açucena - Agar Agar - Agave - Agárico Branco - Agnocasto - Agoniada - Agrião - Agrião da Lagoa - Agrião do Brejo - Agrimônia - Aguapé - Aipo - Ajowan - Alamanda - Alcaçuz - Alcachofra - Alcanforeira - Alcaparra - Alcarávia/Kumell - Algas - Alecrim - Alecrim do Campo - Alecrim Pimenta - Alface - Alfafa - Alfavaca/Manjericão - Alfazema - Algodoeiro - Alho - Amaranto - Ameixas - Amor do Campo - Amora - Andiroba - Angélica - Angico - Anis - Aniz Estrelado - Aperta Ruão - Aquileia/Mil Folhas - Arnica - Araçá - Aroeira - Arruda - Artemísia - Assa Peixe - Avenca - Azeitona

B
Babosa - Baleeira - Bálsamo - Banana - Ban Chá - Barbatimão - Bardana - Batata - Batata de Purga - Batata doce - Beringela - Beterraba - Bétula - Boldo do Chile - Borragem - Brócolis - Buchinha do Norte - Bugre/Porangaba -

C
Caapeba - Caamembeca ! Cabaça ! Cabreúva - Cactus - Cacaueiro ! Caferana ! Cajazeiro ! Cajepute ! Cajueiro - Cálamo Aromático ! Calaminta ! Calendula Flor - Calumba ! Camapú ! Cambará - Cambuí - Camomila - Cana do Brejo - Cana Comum - Cana de Açucar - Cana de Macaco - Canambaia - Canela - Capim Cidrão / Erva Cidreira - Cânfora de Jardim - Cânhamo - Capim Rosário - Caqui - Cará - Caralluma fimbriata - Carambola - Carapanaúba - Carapiá - Cardo Mariano - Cardo Santo - Carqueja Doce - Carqueja Amarga - Carnaúba - Carrapicho - Caroba - Carobinha - Capim-Cidrão - Capim limão - Capim Pé de Galinha ! Capim Santo - Capitiú - Capuchinha - Carpineira - Cebola - Cedro - Cenoura - Cerefólio - Cevada - Cordão de Frade - Carvalho Casca - Cascara Sagrada - Casca d'anta - Casca de Impurana - Casca Preciosa - Castanha da Índia - Castanha do Pará - Castanha Portuguesa - Catinga de Mulata - Catingueira - Catuaba - Carambola - Cavalinha - Centáurea - Cerejeira - Centella Asiática - Chá de Bugre - Chá Preto - Chá Verde - Chapéu de Couro - Chapéu de Napoleão - Cimicifuga - Chicória - Chuchú - Cipreste/Tuia - Cipó Azougue - Cipó Cabeludo - Cipó Caboclo - Cipó Cravo - Cipó Cruz /Cainca - Cipó Cruzeiro - Cipó Prata - Cipó Suma - Côco - Coentro - Cogumelo - Clorela - Cônfrei - Copaíba - Cravo da Índia - Coronha - Cubiu - Curcuma -

D
Damiana - Dente de Leão - Douradinha -

E
Embaúba - Endro Dill - Equinácea - Erva Baleeira - Erva de Bicho - Erva Doce - Erva de Passarinho - Erva Picão - Erva Santa Maria - Erva São João - Erva de São Roberto - Erva Tostão - Escarola - Espinafre - Espinhera Santa - Estigma de Milho - Eucalipto -

F
Fedegoso - Feijão - Feijão Azuki - Feno Grego - Figo - Figueira - Fruta Pão - Fucus Vesiculosus - Fumaria - Funcho -

G
Garra do Diabo - Graviola - Genciana - Gergelim - Gervão - Gengibre - Giestas - Gingko Biloba - Ginseng - Girassol - Goiabeira - Guaco - Guaraná - Guassatonga - Guavirova/Guabiroba

H
Hamamélis - Hibiscus - Hipérico - Hortelã -

I
Imburama de Cheiro - Ingá - Inhame - Ipeca/Poaia - Ipecacuanha - Ipê Roxo -

J
Jabuticaba - Jaca - Jambo - Jambolão - Japecanga - Jasmim - Jatobá - Jarrinha - Jequitibá - Juá/Juazeiro - Jurema preta - Jenipapo - Jurubeba -

K
Kumell/Alcarávia -

L
Lacre - Lágrimas de Nossa Senhora - Laranja da Terra - Lentilhas - Limão - Laranja - Linhaça - Lobélia - Losna - Lótus - Louro - Lúpulo Maçã -

M Macela - Malva - Mamica de Cadela - Mamão - Mandioca -  Mangaba - Manga - Manjericão/Alfavaca - Manjerona - Maracujá - Marapuama - Mate - Maxixe - Maxixe do Reino ou Maxixe Peruano - Melão - Melão de São Caetano - Melancia - Melissa/erva cidreira - Mentruz/Mastruço - Menta - Mil Folhas - Mil Homens - Milho - Morango - Mulungu - Mussanbê - Mutamba -

N
Nabo - Noz de Cola - Nogueira - Noz Moscada - Nó de Cachorro -

O Orégano - Oliveira -

P
Pacová - Palma Christi - Panacéia - Papo de Perú - Parietária - Pariparoba - Parreira Brava - Pau Ferro - Pau Pereira - Pau Tenente/Quassia - Pata de Vaca - Pau d'arco - Pedra Ume Caá - Pêra - Pega Pinto - Pepino - Pequí - Picão - Pimenta - Pimenta de Macaco - Pimentão - Pinha - Pistache - Pitanga - Pitomba - Poaia/Ipeca -Puxuri - Poejo - Porangaba - Pulmonária - Pulsatilla - Quebra Pedra - Quiabo - Quina Quina - Quinua -

Q
Quixaba - Quinua - Quebra Pedra -

R
Rabanete - Romã - Rorela - Rosa Branca - Rosa Rubra - Ruibarbo -

S
Sabugueiro Flor - Sálvia - Salsaparrilha - Samambaia - Sapé - Sapotí - Sassafraz - Sene Folhas - Segurelha - Sete Sangrias - Stévia - Soja - Sucupira -

T
Tajá de Cobra - Tanchagem - Tayuiá - Tília - Tomate - Tomilho - Tribulus Terrestris - Trigo Sarraceno -

U
Umbaúba - Unha de Gato - Unha de Vaca - Urtiga - Urucum - Uva - Uva Ursi/Ursina -

V
/W Valeriana - Velame do Campo - Verbasco - Verbena - Vitex Agnus-castus -

X/Y Z Zedoária - Zimbro
Tópicos interessantes O Poder da natureza Óleo de côco extra virgem Tabela de calorias - Legumes Tabela de calorias - gorduras e óleos

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

LÁGRIMA-DE-NOSSA-SENHORA

Coix lacryma-jobi L.

Nome científico: Coix lacryma-jobi L.

Família: Poaceae.

Sinônimos botânicos: Coix agrestis Lour., Coix arundinacea Lam., Coix exaltata Jacq., Coix lacryma L., Coix ovata Stokes, Coix pendula Salisb., Lithagrostis lacryma-jobi (L.) Gaertn., Sphaerium lacryma (L.) Kuntze.

Outros nomes populares: capiá, capim-de-nossa-senhora, capim-de-contas, capim-miçanga, capim-missanga, capim-rosário, conta-de-lágrimas, contas-de-nossa-senhora, contas, lágrimas-de-jó, lágrimas-de-cristo, lágrimas-de-São-Pedro, rosário, ob's tears (inglês), lágrimas de job e camándula(espanhol), larme de job (francês), hiobstränen (alemão).

Constituintes químicos: ácidos graxos, ácido mirístico, alpha e beta sitosterol, arginina, beta-caroteno, coixans A e B, coixenólido, coixol, histidina, leucina, lisina, proteínas, sais minerais (cálcio, fósforo, ferro), tirosina, riboflavina, niacina.

Propriedades medicinais:
- frutos: antileucorréico, antidiarréico, analéptico, tônico, depurativo, emoliente, anti-hidrópico, muito diurético, nutritivo.
- folhas e colmos, (uso externo:) anti-reumático, excitante; (uso interno:) antiasmático, diurético.

Indicações: abcesso pulmonar, acrodinia, afecções catarrais, apendicite, beribéri, disúria, edema, enterite crônica, espasmos musculares, espasmos bronquiais, excitação nervosa, febres, fortalecer, inchaço, hiperglicemia, litíases urinárias, lombalgia, males dos rins, pneumonia lombar, reumatismo.

Parte utilizada: folhas, rizoma, sementes (sem o envoltório rígido).

Contra-indicações/cuidados: não deve ser usada por gestantes e nutrizes. Não fazer uso prolongado.

Efeitos colaterais: paralisia motora e depressão respiratória, podendo levar à morte.

Modo de usar:
- decocção de 10 a 30 g de frutos tostados em uma xícara de água.
- folhas e colmos em decocção: banhos no tratamento do reumatismo e excitante. Internamente: diurético, antiasmático, artrite, dor de urina, edemas.

LACRE

Vismia guianensis (Aubl.) Pers.

Nome científico: Vismia guianensis (Aubl.) Pers.

Família: Clusiaceae.

Sinônimos botânicos: Caopia guianensis (Aubl.) A. Lyons, Hypericum acuminatum Lam., Hypericum guianense Aubl., Vismia acuminata (Lam.) Pers., Vismia acuminata var. caparosa (Kunth) Choisy, Vismia caparosa Kunth, Vismia ferruginea Kunth, Vismia guianensis (Aubl.) Choisy, Vismia guianensis (Aubl.) Seem., Vismia guianensis subsp. persicoides Ewan, Vismia guianensis var. glabrata Choisy, Vismia guianensis var. acuminata (Lam.) M.E. Berg.

Outros nomes populares: árvore-da-febre, goma-lacre, pau-de-lacre, lacre-branco.

Constituintes químicos: resina (goma-lacre).

Propriedades medicinais: drástica.

Indicações: reumatismo, dermatose, impingen, ferimento por inseto.

Parte utilizada: casca; folhas.

Contra-indicações/cuidados: não encontradas na literatura consultada.

Modo de usar:
- decocção das cascas: reumatismo;
- infusão das folhas: dermatoses.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Pistache 'reduz riscos de problemas cardíacos', diz estudo

O resultado foi que as 42 gramas de pistache reduziram o volume total de colesterol no sangue em 8,4%, e o chamado colesterol ruim (LDL), em 11,6%. (BBC)

Pistache 'reduz riscos de problemas cardíacos', diz estudo

Pistaches podem ter um papel central em uma dieta balanceada

Um estudo da Universidade Estadual Penn, dos Estados Unidos, afirma que comer um punhado de pistache por dia pode baixar a taxa de colesterol e suprir a necessidade de antioxidantes normalmente encontrada em verduras e frutas de cores vivas.
Comer entre 40 e 85 gramas de pistache por dia "diminuiu o risco de doenças cardiovasculares, por diminuir significativamente os níveis de colesterol (LDL), e reduziu significantemente as proporções de lipoproteínas", de acordo com a pesquisadora Sarah K. Gebauer, que apresentou o estudo no encontro Biologia Experimental, em Washington, na segunda-feira.
Os participantes do estudo passaram duas semanas se alimentando com a Dieta Média Americana, que consiste de 35% de gorduras e 11% de gorduras saturadas.
Em seguida, testaram três dietas diferentes durante quatro semanas, sempre com um intervalo de duas semanas entre elas.

Variantes

As três dietas são variantes de um regime popular para a redução de colesterol: uma sem pistache, com direito a 25% de gordura e 8% de gorduras saturadas; a segunda com 42 gramas de pistache por dia, além de 30% de gorduras e 8% de gorduras saturadas; e por último, 85 gramas de pistache por dia, além de 34% de gorduras e 8% de gorduras saturadas.
Os exames de sangue verificaram então os níveis de colesterol no sangue de cada participante, após cada dieta.
O resultado foi que as 42 gramas de pistache reduziram o volume total de colesterol no sangue em 8,4%, e o chamado colesterol ruim (LDL), em 11,6%.
O estudo mostrou ainda que as lipoproteínas de de densidade não-alta (Não-HDL) caíram em 11,2%. Esse tipo de lipoproteínas é considerado um indicador confiável sobre os riscos de doenças cardiovasculares.

Diferença

"Ficamos satisfeitos em constatar uma diferença entre as duas doses de pistache sobre a lipoproteína, porque parece que são o pistache que está provocando os efeitos e que ele atua de forma dependente da dose", disse Gebauer.
Os pesquisadores analisaram ainda os impactos das dietas sobre os níveis de LDL oxidizado e de antioxidantes no sangue.
"Queríamos ver se o aumento dos níveis de antioxidantes provocado pelo pistache poderia reduzir inflamações e oxidação", afirmou Gebauer.
O pistache contém mais luteína (normalmente encontrada em verduras escuras), beta caroteno (formador da vitamina A) e gama tocoferol (a principal forma de vitamina E) do que outras nozes. (BBC)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Confira a tabela nutricional das sementes

Veja uma tabela com o valor nutricional de sementes bem conhecidas e aprenda a preparar um farelo.

Para fazer farelo de sementes:
Lave bem as sementes, usando um coador. Para desidratá-las, leve ao forno quente, mas desligado, por até 30 minutos. Vá guardando as sementes num pote no congelador e, quando tiver acumulado bastante, triture para fazer o farelo.

Guarde o farelo pronto na geladeira. Ele pode ser usado em cima de saladas, frutas e sucos e em algumas receitas de pratos quentes.

Veja a seguir uma tabela com os valores nutricionais de algumas sementes bem conhecidas:

100 g do produto Umidade (%) Energia (kcal) Proteína(g) Lípídeos (g) Carboidratos (g) Fibra Alimentar (g)
Amêndoa torrada e salgada* 3,1% 581 18,6 47,3 29,5 11,6
Castanha de caju torrada, com sal* 3,5 570 18,5 46,3 29,1 3,7
Castanha do Brasil crua* 3,5 643 14,5 63,5 15,1 7,9
Gergelim* 3,9 584 21,2 50,4 21,6 11,9
Semente de linhaça* 6,7 495 14,1 32,3 43,3 33,5
Pinhão cozido* 50,5 174 3 0,7 43,9 15,6
Semente de abóbora** 3,53 501 29,78 32,44 30,02 7,56
Semente de girassol** 3,06 475 16,96 25,88 51,31 7,84
Semente de baru** 6,10 502 23,9 38,2 29,1 13,4

* Fonte: Tabela de Composição de Alimentos da Unicamp

**Fonte: Tabela de Composição de Alimentos da USP

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

MUSSAMBÉ

Cleome spinosa Jacq.

Nome científico: Cleome spinosaJacq.

Família: Capparidaceae.

Sinônimos botânicos: Cleome pubescens Sims, Cleome pungens Willd., Cleome spinosa L., Cleome tonduzii Briq., Tarenaya spinosa (Jacq.) Raf.

Sub-espécies: Cleome spinosa subsp. longicarpa H.H. Iltis, Cleome spinosa subsp. macrospermum H.H. Iltis, Cleome spinosa subsp. megasperma H.H. Iltis, Cleome spinosa subsp. spinosa, Cleome spinosa var. horrida (Mart.) Fawc. & Rendl.

Outros nomes populares: sete-marias, mussambé-de-espinho, beijo-fedorento, mussambe-miúdo.

Propriedades medicinais: tônica, tônico digestivo.

Indicações: asma, bronquite, tosse, otite supurada, ferida, dor de cabeça.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

ALFACE

Lactuca sativa L.

Nome científico: Lactuca sativa L.

Família: Asteraceae.

Sinônimos botânicos: Lactuca scariola var. sativa Moris.

Outros nomes populares: grüner Salat (alemão), lechuga (espanhol), laitue (francês), lettuce (inglês), lattuga coltivata (italiano), leituga (português de Portugal).

Constituintes químicos: óleo essencial, albumina, vitaminas A e C, cálcio, fósforo e ferro.

Propriedades medicinais: antiácida, anti-reumática, calmante do estômago e do sistema nervoso, diurética, eupéptica, laxante (leve), rejuvenescedora, sonífero.
Lactucário (leite da alface, mais abundante quando penduada): lactucina, mannita, asparagina, albumina, resina, cera, sais minerais.

Indicações: agitação, conjuntivite, espermatorréia, hipocondria, insônia, iquerícia, nevralgia intestinal, nervos, palpitação do coração, priapismo, reumatismo, tosse, tensão nervosa, vertigem, nevralgia intestinal.

Parte utilizada: folhas, talos, raiz, leite extraído da planta florescente.

Contra-indicações/cuidados: não encontrados na literatura consultada.

Modo de usar:
- suco cru e o chá das folhas, talos e raizes, em descanso noturno: sonífero, calmante do estômago e do sistema nervoso, béquico e iquerícia;
- sumo da alface: em loções e cremes: rejuvenescer e acalmar a pele, aliviar queimaduras de sol na pele;
- lactucário (leite): propriedades hipnóticas, icterícia;
- cataplasma: ferver algumas folhas de alface em pouca água, por cinco minutos. Deixar amornar e untar as folhas com azeite de oliva, estendendo-as sobre uma gaze. Aplicar sobre a região atingida, para evitar inflamações: contusões, inchaços, pele irritada e avermelhada;
- decocção: cozinhar 60 g de folhas de alface em meio litro de água. Filtrar o líquido, quando morno. Tomar três cálices ao dia: laxativo branco, insônia;
- infusão das folhas: tranquilizante, tosse, afecções da pele, emoliente, anti-reumático, sonífero, nevralgias intestinais, irritações do intestino, digestivo, laxativo suave, vertigens;
- suco das folhas, em uso externo: contusões e amaciante da pele;

ALCARÁVIA

Carum carvi L.

Nome científico: Carum carvi L.

Família: Apiaceae.

Sinônimos botânicos: Carum carvi fo. gracile (Lindl.) H. Wolff, Carum carvi var. gracile (Lindl.) H. Wolff, Carum gracile Lindl., Carum rosellum Woronow.

Subespécies/variações: Carum carvi fo. carvi, Carum carvi fo. gracile (Lindl.) H. Wolff, 1927, Carum carvi fo. rhodanthum Moore, Carum carvi fo. rhodochranthum A.H. Moore, Carum carvi fo. rubriflora H. Wolff, 1926, Carum carvi var. gracile (Lindl.) H. Wolff, Carum carvi var. roseum Trautv.

Outros nomes populares: cominho, cariz, cominho-armênio, alcaravea, alcarovea, alquirevia, cominho-de-montanha, cominho-dos-prados, cominho-romano, cuminho, quirivia; wiesen-kümmel (alemão), alcarávea (espanhol), cumin (francês), caraway (inglês), carvi (italiano), krishnajira (sânscrito).

Constituintes químicos: carvona, óleo essencial.

Propriedades medicinais: antiácida, antiflatulenta, anti-helmíntica, aperiente, aromática, digestiva, diurética, emenagoga, estimulante, estomáquica, galactagoga, laxante, purgativa.

Indicações: afecção do estomago, cólica ventosa, dispepsia, dor dos nervos, estimular a secreção de leite das lactantes, febre, gases, regular as funções glandulares e respiratórias e equilibrar o processo hídrico, vermes.

Parte utilizada: folhas, frutos, raízes.

Contra-indicações/cuidados: em grandes quantidades pode ser tóxica (carvona).

Efeitos colaterais: não encontrados na literatura consultada.

Modo de usar:
- raízes cozidas podem ser consumidas como um vegetal;
- no preparo de carnes, molhos, aromatizar pães, queijos, sopas e doces; as folhas tenras picadas para temperar saladas; com batatas cozidas ao vapor, suflê de batatas e saladas de pimentão; para temperar carne em geral, especialmente de porco;
- infusão ou decocção dos frutos a 5%. Dose máxima diária: 200 ml;
- extrato fluido. Dose máxima diária: 10 ml.

ALCAPARRA

Capparis spinosa L.

Nome científico: Capparis spinosa L.

Família: Capparaceae.

Sinônimos botânicos: Capparis spinosa Auct.

Subespécies/variações:

Outros nomes populares: alcaparreira; kaperstrauch (alemão), al-kábar (árabe), alcaparra ou alcaparrón (espanhol), câpre (francês), caper, spineless caper (inglês), càppero (italiano), coppari (latim).

Constituintes químicos: ácido cáprico, flavonóides, glicocaparósido e óleo essencial.

Propriedades medicinais: adstringente, afrodisíaca, antiespasmódica, aperiente, calmante, diurética, estimulante do estômago, tônica, vermífuga.

Indicações: nevralgias sobretudo a ciática, aumentar a diurese, fígado, abrir o apetite, flatulência.

Parte utilizada: botões florais, raízes.

Contra-indicações/cuidados: não encontrados na literatura consultada.

Modo de usar:
- como condimento em peixes, carnes, em molhos com mostarda, em saladas, recheios e adicionada ao arroz;
- infusão.

ALCANFOREIRA

Laurus camphora L.

Nome científico: Laurus camphora L.

Família: Lauraceae.

Nomes botânicos aceitáveis: Cinnamomum camphora (L.) J. Presl, Cinnamomum camphora (L.) Nees & Eberm.

Outros nomes populares: canforeira, erva-cavaleira, rabugem-de-cachorro, alcanforero.

Propriedades medicinais: digestivo.

Indicações: amenorréia, nevralgia, reumatismo.

ALCAÇUZ

Glycyrrhiza glabra L.

Nome científico: Glycyrrhiza glabra L.

Família: Fabaceae.

Sinônimo botânico: Glycyrrhiza glabra subsp. glandulifera (Waldst. & Kit.) Ponert, Glycyrrhiza glabra var. caduca X.Y. Li, Glycyrrhiza glabra var. glandulosa X.Y. Li, Glycyrrhiza glabra var. laxifoliolata X.Y. Li, Glycyrrhiza glabra var. violacea (Boiss. & Noë) Boiss., Glycyrrhiza glandulifera Waldst. & Kit., Glycyrrhiza hirsuta Pall., Glycyrrhiza violacea Boiss. & Noë.

Outros nomes populares: glicirriza, salsa, regoliz, regaliz, pau-doce, raiz-doce, alcaçus, alcaçuz-da-europa, alcaçuz-glabro, madeira-doce; deutsches süssholz (alemão), orozus e regalicia (espanhol), licorice (inglês), liquirizia comune (italiano).

Constituintes químicos: ácido glicirretínico, ácido glicirrízico, ácido uralênico, amido, cumarinas, enzimas, glicirrizina, glicosídeos, isoliquiritigenina, isoliquiritina, licoricona, liquiritigenina, liquiritina, óleo essencial, sacarídeos, saponinas, taninos, triterpenos.

Propriedades medicinais: antiespasmódica, antiinflamatória, antimicrobiana, antioxidante, antitóxica, anti-séptica, antitumoral, aromática, diurética, emoliente, expectorante, laxante, refrescante, tônica.

Indicações: abscesso, bronquites, catarro, catarro da bexiga, conjuntivite, dificuldades de urinar, espasmo, estimular a secreção de hormônios pelo córtex adrenal, feridas, furúnculos, gota, inflamação, inflamação bucal, pedra e cálculo, prisão de ventre, resfriado, rouquidão, tosses catarrais, transtornos biliares, tumor, úlceras gástricas, vesícula, vias urinárias.

Parte utilizada: raízes.

Contra-indicações/cuidados: gestantes (mesmo banhos ou massagem), nutrizes, crianças, pessoas anêmicas, hipertensas, com glaucoma, doenças cardíacas, que usam contraceptivos ou fazem reposição hormonal.

Efeitos colaterais: o uso interno provoca retenção de líquidos, Se prolongado pode causar ainda hipertensão, perda de potássio e retenção de sódio, dores abdominais, dor de cabeça e deficiência respiratória. Segundo a literatura consultada não há efeitos colaterais advindos do uso externo.

Modo de usar:
- fabricação de: . loções para limpeza da pele, tratamento da acne;
. cremes hidratantes: prevenção de rugas e na melhoria da textura da pele;
. géis e loções de proteção solar;
. loções e pomadas: abscessos, feridas e úlceras;
- infusão da raiz: inflamações do ventre e das vias urinárias. Bochechos: inflamações bucais. Compressa: conjuntivite aguda;
- pó da raiz: 100 g de alcaçuz, 20 g de erva doce moída em um pouco de água e misturar. Tomar uma colher de sobremesa à noite: regulador intestinal;
- decocção de 2 colheres de sopa de raiz moída em 1 litro de água, fervendo por 10 minutos. Tomar 3 vezes ao dia, sem açúcar. Para crianças reduzir a quantidade de erva para 1/3;
- compressas (uso externo): decocção 6 colheres de sopa de raiz moída em um litro d'água;
- decocção de 200 g de alcaçuz em um litro de água. Ferver por três minutos. Após meia hora, filtrar: bochechos e gargarejos, várias vezes ao dia;
- decocção de 20 g de raízes e ramos de alcaçuz, 40 g de eucalipto e 10 g de segurelha um litro de água. Ferver, por dez minutos. Deixar repousar por meia hora e filtrá-lo: bochechos e gargarejos freqüentes;
- decocção de 15 g de raízes de alcaçuz, 20 g de raízes de genciana, 20 g de raízes de salsaparrilha, 50 g de raízes de bardana, 50 g de raízes de gramínea, 150 g de raízes de dente-de-leão em três litros de água, por uma hora (em fogo brando). Deixar esfriar e filtrar. Tomar três xícaras por dia, de manhã (em jejum), a tarde e antes de deitar: depurativo, eczema;
- infusão em água morna de uma colher de café da mistura de: 5 g de raízes de alcaçuz em pó, 5 g de folhas de sene em pó, 3 g de sementes de funcho em pó. Deixar repousar por alguns minutos. Remisturar e beber à noite, antes de deitar: prisão de ventre;
- vinho medicinal: 120 g de raízes de alcaçuz esmagadas, 60 g de sementes de anis e 60 g de sementes de funcho em um litro de vinho branco. Deixar em infusão por dez dias. Filtrar e tomar seis colheres ao dia e fazer bochechos: mau hálito, tosse;
- decocção: ferver, por cinco minutos, 100 g de alcaçuz e 100 g de hipérico em um litro de água. Deixar repousar por meia hora e filtrar. Tomar uma xícara pela manhã, em jejum, e uma após as refeições principais: úlcera duodenal;
- bala de alcaçuz: dissolver 500 g de alcaçuz em meio litro de água, adicionar 250 g de goma arábica, 150 g de açúcar e 50 g de gengibre. Ferver até a mistura adquirir a consistência de massa ou pasta. espalhar sobre uma superfície de mármore, untada. Depois de fria, corta-se a massa e fazer as balas: acalmar tosses e acessos de bronquite;
- raiz, por decocção: tosse, laringites, afonia, afecções das vias respiratórias, peitoral, emoliente, catarros crônicos, dispnéia, congestão hepática, laxativo, inflamações do ventre e vias urinárias, inflamações da gengiva e da língua, depurativo, eczemas.
- mastigação da raiz: mau hálito, ajudar a parar de fumar;
- cataplasma de raiz seca, reduzida a pó com um pouco de farinha de trigo: aplicar sobre as partes afetadas: erisipela, para acalmar a dor;

ALAMANDA-DE-JACOBINA

Allamanda blanchetti A. DC.

Nome científico: Allamanda blanchetti A. DC.

Família: Apocynaceae.

Sinônimos botânicos: Allamanda violaceae Gardn.

Outros nomes populares: alamanda-de-blanchet, alamanda-cheirosa, alamanda-roxa, emeto, orelia, rosa-do-campo.

Constituintes químicos: glicosídeo cardiotóxico.

Propriedades medicinais: aromática, laxante, catártica, antiespasmódica, purgativa.

Indicações: espasmo, icterícia.

Parte utilizada:

Contra-indicações/cuidados: Não encontrados na literatura consultada.

Efeitos colaterais: em caso de intoxicação: náusea, cãimbras de estômago, elevação da temperatura, sede, erupção da pele. Fazer lavagem gástrica por pessoal experiente, tendo em conta as propriedades cáusticas do vegetal. As manifestações gastrintestinais exigem apenas tratamento sintomático, complementado por correção adequada dos distúrbios hidroeletrolíticos, que são complicações relativamente frequentes.

Modo de usar: Usar só sob prescrição e acompanhamento médico.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

AGUAPÉ

Eichhornia azurea Kunth.

Nome científico: Eichhornia azurea Kunth.

Família: Pontederiaceae.

Sinônimos botânicos: Eichhornia aquatica (Vell.) Schltdl., Piaropus azureus (Sw.) Raf., Pontederia aquatica Vell., Pontederia azurea Sw.

Outros nomes populares: aguapé-de-baraço, aguapé-de-canudo, aguapé-de-cordão, baroneza, camalote, colhereira, dama-do-lago, jacinto-d'água, lírio-d’água, murere, mureré-de-flor-roxa, mureré-orelha-de-veado, mureru, mureru-orelha-de-veado, mureru-de-flor-roxa, muriru, murure, murumuru, orelha-de-veado, rainha-dos-lagos, pareci.

Propriedades medicinais: adstringente, vesicatória.

Parte utilizada: toda a planta.

Outros usos: purificação de águas poluídas. Forrageira.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

AGRIÃO-DA-LAGOA

Rorippa clandestina (Spreng.) J.F. Macbr.

Nome científico: Rorippa clandestina (Spreng.) J.F. Macbr.

Família: Brassicaceae.

Sinônimos botânicos: Cardamine clandestina (Spreng.) Kuntze, Nasturtium clandestinum Spreng., Nasturtium clandestinum var. brevistylum O.E. Schulz, Nasturtium pumilum Cambess.

Outros nomes populares: abecedaria, acmela, agrião-bravo, agrião-da-ilha-de-franca, agrião-da-mata, agrião-do-mato, agrião-mouro, agrião-do-Pará, agrião-silvestre, berro-do-prato, botão-de-ouro, cardamina-do-prato, egrio, erva-do-esforço, erva-das-crianças, erva-de-malaca, jambo, jambo-açú, jambo-rana, malaca, mastruço, mastruço-do-Pará, nhambu, pimenta-da-costa, pimenta-do-Pará, rainúnculo-brasileiro.

Constituintes químicos:

Propriedades medicinais: antianêmica, antidispéptica, antiescorbútica, antiespasmódica, aromática, diurética, colagoga, descongestionante do baço, estomáquica, excitante, expectorante, estomacal, nevrálgica, sialagoga, tônica, vesicante.

Indicações: cálculos da bexiga, dor de dente, doença da boca e garganta, afta, fortalecer a gengiva.