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terça-feira, 10 de março de 2009

Hortelã pode combater doenças causadas por falta de saneamento


Fotos de Broitas/Picasa

Roberta Lopes
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) descobriram que a hortelã pode ajudar no tratamento de doenças relacionadas à falta de saneamento. De acordo com o professor da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da UnB, Jean Kleber Matos, a hortelã tem um princípio ativo chamado óxido de piperitenona que mata amebas e giardias, os germes responsáveis por sintomas como dor de barriga, febre, vômito e diarréia, entre outros.

De acordo com o professor, existem em farmácias remédios com o princípio ativo da hortelã, mas as pessoas podem usar a folha fresca para se proteger das doenças cusadas por esses germes

A dose diária da planta, de modo geral, deve ser de 8 gramas. Uma medida bem prática para saber a dose adequada ao consumo é a quantidade de erva que se consegue esconder na mão fechada. Essa é a dose para um copo de 300 mililitros (ml) ou uma xícara de chá, mas não se pode passar de três xícaras por dia”, explicou.

Jean Kleber Matos disse que não se deve exagerar porque a hortelã também pode causar queda de pressão arterial. Quem tem pressão normal, não pode exagerar na dose, acrescentou.

Uma das maneiras de evitar a contaminação por esses germes é limpar bem os alimentos, principalmente folhas, não comer alimentos mal cozidos ou crus.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Pimenta contra o câncer?

O uso da pimenta pode ajudar médicos e cientistas no combate aos tumores da próstata, um dos tipos de câncer que mais atinge os homens...
Tem gente que não vive sem pimenta e não imagina mesmo saborear uma bela refeição, se a comida não estiver bem condimentada, não é mesmo? Pois é, em várias culinárias, principalmente nas comidas orientais, não pode faltar aquela pimentinha. Aqui mesmo no Brasil, a tradicional e internacional cozinha baiana é o exemplo de que pratos apimentados podem ter um sabor especial e conquistar os paladares de gente do mundo todo.
Só que agora, pesquisas feitas por cientistas dos laboratórios do Cedars-Sinai Medical Center, nos Estados Unidos, mostram que a pimenta possui uma substância, chamada capsaicina, que pode ajudar no combate ao câncer de próstata. As pesquisas desenvolvidas revelam que a capsaicina destrói as células que formam este tipo de tumor maligno.
Os pesquisadores informaram que em experiências feitas com ratos em laboratórios, a substância reduziu drasticamente a quantidade de proteína encontrada nas células cancerígenas.Segundo os cientistas, a partir desta descoberta, a idéia é utilizar a capsaicina encontrada nas pimentas, na fabricação de medicamentos que possam auxiliar na prevenção e até na cura deste tipo de câncer.
Mas os médicos fazem um alerta: não adianta a pessoa aumentar a quantidade de pimenta ingerida diariamente, pois o excesso deste alimento está ligado ao aumento dos casos de câncer de estômago em países como o México e a índia, onde a pimenta é muito utilizada. O melhor meio de se prevenir atualmente do câncer de próstata, ainda é diminuindo a ingestão de gorduras, carnes vermelhas e embutidos.
Fonte: Equipe Bem Estar
Por Marco de Cardoso

quarta-feira, 4 de março de 2009

Feijão Azuki - O feijão do Japão

Fonte: Equipe Bem Estar
O feijão do Japão: O feijão azuki tem diversos nutrientes e também muito sabor para conquistar o paladar dos brasileiros...

Brasileiro não vive sem feijão, afinal somos o país do “feijão com arroz” não é mesmo? Só que além do feijão preto e de outros tantos tipos tão populares no país, um feijão que veio do Extremo Oriente cada vez mais se torna parte da alimentação de quem pretende conquistar uma saúde melhor.

O feijão azuki é originário do Japão e se apresenta em grãos pequenos e avermelhados, quase roxos. É de fácil digestão, fermentando menos que os outros tipos de feijão, o que diminui a formação de gases no organismo. Também é rico em cálcio , fósforo, ferro, fibras, lipídios, glicídios, proteínas, vitaminas do complexo B e vitamina C.

Também é uma excelente fonte de carboidratos,sendo importante para quem precisa de energia e força nos músculos. Tem metade da quantidade de gorduras do feijão preto comum e maior quantidade de fibras, ajudando no bom funcionamento das funções intestinais. Auxilia ainda a boa atuação dos rins.

Pode ser cozido da maneira tradicional como se faz qualquer outro feijão. Seu cozimento é um pouco mais rápido do que os outros tipos de feijões. É o ideal para a chamada feijoada vegetariana, onde as carnes são substituídas por ingredientes naturais.

Por Marco de Cardoso

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Uma pitada de saúde

Saiba qual planta é indicada para seu problema.
Alcachofra: estimula o bom funcionamento dos rins, do fígado e do intestino. Também é usada para baixar o colesterol.
Alecrim: é uma ótima erva paera ser utilizada em bochechos contra aftas. Também é indicada para curar tosses, problemas nas articulações e gases intestinais.
Alfavaca: pode ser usdada como tônico.
Babosa: ótima para a pele em casos de queimaduras leves.
Camomila: digestiva e útil para combater problemas de insônia.
Carqueja: ajuda a regular o aparelho digestivo, combatendo a má digestão e a prisão de ventre.
Cebolinha: é empregada para diminuir as fermentações intestinais.
Erva-cidreira: usada no combate a dores de estômago. Também é muito empregada como calmante.
Erva-doce: indicada para problemas de estômago> Também é possivel acabar com os soluços, mascando alguns grãos desta planta.
Sálvia: para o uso externo, tem um grande poder cicatrizante.
Salsa: é diurética. Seu suco é usado para acalmar olhos com conjuntivite. A salsa também é rica em vitamina C e excelente para os rins.

Ervas: Plante mais saúde em sua vida.

As cores, os sabores e a ajuda muito positiva que vêm da natureza.
Você pode ter uma vida saudável com algumas plantas, uma dieta alimentar balanceada e água. Além de melhorar a saúde, esses três elementos juntos funcionam como um tratamento de beleza.
Parece magia, mais se trata apenas do princípio da Fitoterapia, uma forma de terapia alternativa que utiliza as ervas de maneira especial.
Antes de mais nada é preciso que você conheça alguns detalhes fundamentais.
01-Não misture várias ervas
02-Chás e outros líquidos feitos com essas plantas não devem ser adoçados
03- lave bem as ervas
Importante: usar plantas medicinais não dispensa os tratmentos médico.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Remédio para sangramento das gengivas – girassol

O óleo de girassol é um remédio muito bom para tratamento de problemas de sangramento das gengivas, fortalecimento dos dentes, clareamento dos dentes, limpeza da boca eliminando germes nocivos para a saúde. O melhor óleo para usar é o extraido a frio que apresenta melhores resultados.

Como usar o óleo de girassol: pelo menos uma vez por dia, pegue uma colher de óleo na boca e fique bocejando pelo menos por uns 15 minutos, até que ele se torne como uma água esbranquiçada.

Não pode engolir porque depois de feitos muitos bocejos ele pode ser tóxico

Jogue o óleo da boca e enxágue a boca com várias água e escove bem os dentes

Segundo os especialistas em tratamentos alternativos da saúde bucal, este é um ótimo tratamento que apresenta bons resultados, poque ele é rico em ácido linoleico que é o ômega 6, muita vitamina E e tem efeito antioxidante.

Pode fazer a qualquer horário, mas de preferência de manhã cedo, anter de tomar o seu café.
fonte: artblog

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Programa nacional de plantas medicinais amplia uso de fitoterápicos pelo SUS



15/01/2009
Redação do Diário da Saúde

Programa nacional de plantas medicinais amplia uso de fitoterápicos
Medicamentos fitoterápicos

O Ministério da Saúde acaba de lançar o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. A medida vai beneficiar diversos setores da cadeia produtiva, desde o cultivo da semente até a manipulação das plantas medicinais.
A lista de plantas usadas em medicamentos fitoterápicos, já disponíveis através do Sistema Único de Saúde (SUS), será ampliada.
Medicamento fitoterápico, de acordo com a legislação sanitária brasileira, é aquele obtido a partir, exclusivamente, de matérias-primas ativas vegetais.

Fitoterápicos no SUS

A quantidade de medicamentos fitoterápicos oferecidos pelo SUS será definida por um grupo de especialistas vinculados ao Ministério da Saúde, que comporão um comitê específico para acompanhar o assunto.
Desde 2007, o SUS fornece medicamentos fitoterápicos feitos à base de espinheira santa - para gastrites e úlceras - e guaco - para tosses e gripes. Com a implementação do novo Programa, a intenção é disseminar o uso da fitoterapia.
Os medicamentos fitoterápicos utilizados pelo SUS são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, por isso, são considerados seguros e eficazes para a população. Eles garantem o mesmo efeito que um medicamento sintético.

Comitê Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos

Além do novo programa, o governo criou também o Comitê Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde. Esse grupo é formado por membros da sociedade civil, ministérios e entidades vinculadas, como representantes da agricultura familiar e do setor de manipulação.
Ele tem a missão de monitorar e avaliar o Programa Nacional, assim como de verificar a ampliação das opções terapêuticas aos usuários e a garantia de acesso a plantas medicinais e fitoterápicos e serviços relacionados pelo SUS. Dentre outras ações, o Comitê vai incentivar a promoção à pesquisa, desenvolvimento de tecnologia e inovações nas diversas etapas da cadeia produtiva.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Índice de Plantas Medicinais

A Abacateiro - Abacaxi - Abaceiro Amargoso - Abajerú - Abiu - Abóbora - Aboborinha - Abobrinha - Abrótono - Absinto - Abuta - Abútua - Abrunheiro - Acácia - Acácia Falsa - Acanto - Acapurana - Acariçoba - Acelga - Acerola - Acônito - Adonis - Açaí - Açafrão da Índia - Açafrão verdadeiro - Açafrão do Prado - Açoita Cavalo - Açucena - Agar Agar - Agave - Agárico Branco - Agnocasto - Agoniada - Agrião - Agrião da Lagoa - Agrião do Brejo - Agrimônia - Aguapé - Aipo - Ajowan - Alamanda - Alcaçuz - Alcachofra - Alcanforeira - Alcaparra - Alcarávia/Kumell - Algas - Alecrim - Alecrim do Campo - Alecrim Pimenta - Alface - Alfafa - Alfavaca/Manjericão - Alfazema - Algodoeiro - Alho - Amaranto - Ameixas - Amor do Campo - Amora - Andiroba - Angélica - Angico - Anis - Aniz Estrelado - Aperta Ruão - Aquileia/Mil Folhas - Arnica - Araçá - Aroeira - Arruda - Artemísia - Assa Peixe - Avenca - Azeitona

B
Babosa - Baleeira - Bálsamo - Banana - Ban Chá - Barbatimão - Bardana - Batata - Batata de Purga - Batata doce - Beringela - Beterraba - Bétula - Boldo do Chile - Borragem - Brócolis - Buchinha do Norte - Bugre/Porangaba -

C
Caapeba - Caamembeca ! Cabaça ! Cabreúva - Cactus - Cacaueiro ! Caferana ! Cajazeiro ! Cajepute ! Cajueiro - Cálamo Aromático ! Calaminta ! Calendula Flor - Calumba ! Camapú ! Cambará - Cambuí - Camomila - Cana do Brejo - Cana Comum - Cana de Açucar - Cana de Macaco - Canambaia - Canela - Capim Cidrão / Erva Cidreira - Cânfora de Jardim - Cânhamo - Capim Rosário - Caqui - Cará - Caralluma fimbriata - Carambola - Carapanaúba - Carapiá - Cardo Mariano - Cardo Santo - Carqueja Doce - Carqueja Amarga - Carnaúba - Carrapicho - Caroba - Carobinha - Capim-Cidrão - Capim limão - Capim Pé de Galinha ! Capim Santo - Capitiú - Capuchinha - Carpineira - Cebola - Cedro - Cenoura - Cerefólio - Cevada - Cordão de Frade - Carvalho Casca - Cascara Sagrada - Casca d'anta - Casca de Impurana - Casca Preciosa - Castanha da Índia - Castanha do Pará - Castanha Portuguesa - Catinga de Mulata - Catingueira - Catuaba - Carambola - Cavalinha - Centáurea - Cerejeira - Centella Asiática - Chá de Bugre - Chá Preto - Chá Verde - Chapéu de Couro - Chapéu de Napoleão - Cimicifuga - Chicória - Chuchú - Cipreste/Tuia - Cipó Azougue - Cipó Cabeludo - Cipó Caboclo - Cipó Cravo - Cipó Cruz /Cainca - Cipó Cruzeiro - Cipó Prata - Cipó Suma - Côco - Coentro - Cogumelo - Clorela - Cônfrei - Copaíba - Cravo da Índia - Coronha - Cubiu - Curcuma -

D
Damiana - Dente de Leão - Douradinha -

E
Embaúba - Endro Dill - Equinácea - Erva Baleeira - Erva de Bicho - Erva Doce - Erva de Passarinho - Erva Picão - Erva Santa Maria - Erva São João - Erva de São Roberto - Erva Tostão - Escarola - Espinafre - Espinhera Santa - Estigma de Milho - Eucalipto -

F
Fedegoso - Feijão - Feijão Azuki - Feno Grego - Figo - Figueira - Fruta Pão - Fucus Vesiculosus - Fumaria - Funcho -

G
Garra do Diabo - Graviola - Genciana - Gergelim - Gervão - Gengibre - Giestas - Gingko Biloba - Ginseng - Girassol - Goiabeira - Guaco - Guaraná - Guassatonga - Guavirova/Guabiroba

H
Hamamélis - Hibiscus - Hipérico - Hortelã -

I
Imburama de Cheiro - Ingá - Inhame - Ipeca/Poaia - Ipecacuanha - Ipê Roxo -

J
Jabuticaba - Jaca - Jambo - Jambolão - Japecanga - Jasmim - Jatobá - Jarrinha - Jequitibá - Juá/Juazeiro - Jurema preta - Jenipapo - Jurubeba -

K
Kumell/Alcarávia -

L
Lacre - Lágrimas de Nossa Senhora - Laranja da Terra - Lentilhas - Limão - Laranja - Linhaça - Lobélia - Losna - Lótus - Louro - Lúpulo Maçã -

M Macela - Malva - Mamica de Cadela - Mamão - Mandioca -  Mangaba - Manga - Manjericão/Alfavaca - Manjerona - Maracujá - Marapuama - Mate - Maxixe - Maxixe do Reino ou Maxixe Peruano - Melão - Melão de São Caetano - Melancia - Melissa/erva cidreira - Mentruz/Mastruço - Menta - Mil Folhas - Mil Homens - Milho - Morango - Mulungu - Mussanbê - Mutamba -

N
Nabo - Noz de Cola - Nogueira - Noz Moscada - Nó de Cachorro -

O Orégano - Oliveira -

P
Pacová - Palma Christi - Panacéia - Papo de Perú - Parietária - Pariparoba - Parreira Brava - Pau Ferro - Pau Pereira - Pau Tenente/Quassia - Pata de Vaca - Pau d'arco - Pedra Ume Caá - Pêra - Pega Pinto - Pepino - Pequí - Picão - Pimenta - Pimenta de Macaco - Pimentão - Pinha - Pistache - Pitanga - Pitomba - Poaia/Ipeca -Puxuri - Poejo - Porangaba - Pulmonária - Pulsatilla - Quebra Pedra - Quiabo - Quina Quina - Quinua -

Q
Quixaba - Quinua - Quebra Pedra -

R
Rabanete - Romã - Rorela - Rosa Branca - Rosa Rubra - Ruibarbo -

S
Sabugueiro Flor - Sálvia - Salsaparrilha - Samambaia - Sapé - Sapotí - Sassafraz - Sene Folhas - Segurelha - Sete Sangrias - Stévia - Soja - Sucupira -

T
Tajá de Cobra - Tanchagem - Tayuiá - Tília - Tomate - Tomilho - Tribulus Terrestris - Trigo Sarraceno -

U
Umbaúba - Unha de Gato - Unha de Vaca - Urtiga - Urucum - Uva - Uva Ursi/Ursina -

V
/W Valeriana - Velame do Campo - Verbasco - Verbena - Vitex Agnus-castus -

X/Y Z Zedoária - Zimbro
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

LÁGRIMA-DE-NOSSA-SENHORA

Coix lacryma-jobi L.

Nome científico: Coix lacryma-jobi L.

Família: Poaceae.

Sinônimos botânicos: Coix agrestis Lour., Coix arundinacea Lam., Coix exaltata Jacq., Coix lacryma L., Coix ovata Stokes, Coix pendula Salisb., Lithagrostis lacryma-jobi (L.) Gaertn., Sphaerium lacryma (L.) Kuntze.

Outros nomes populares: capiá, capim-de-nossa-senhora, capim-de-contas, capim-miçanga, capim-missanga, capim-rosário, conta-de-lágrimas, contas-de-nossa-senhora, contas, lágrimas-de-jó, lágrimas-de-cristo, lágrimas-de-São-Pedro, rosário, ob's tears (inglês), lágrimas de job e camándula(espanhol), larme de job (francês), hiobstränen (alemão).

Constituintes químicos: ácidos graxos, ácido mirístico, alpha e beta sitosterol, arginina, beta-caroteno, coixans A e B, coixenólido, coixol, histidina, leucina, lisina, proteínas, sais minerais (cálcio, fósforo, ferro), tirosina, riboflavina, niacina.

Propriedades medicinais:
- frutos: antileucorréico, antidiarréico, analéptico, tônico, depurativo, emoliente, anti-hidrópico, muito diurético, nutritivo.
- folhas e colmos, (uso externo:) anti-reumático, excitante; (uso interno:) antiasmático, diurético.

Indicações: abcesso pulmonar, acrodinia, afecções catarrais, apendicite, beribéri, disúria, edema, enterite crônica, espasmos musculares, espasmos bronquiais, excitação nervosa, febres, fortalecer, inchaço, hiperglicemia, litíases urinárias, lombalgia, males dos rins, pneumonia lombar, reumatismo.

Parte utilizada: folhas, rizoma, sementes (sem o envoltório rígido).

Contra-indicações/cuidados: não deve ser usada por gestantes e nutrizes. Não fazer uso prolongado.

Efeitos colaterais: paralisia motora e depressão respiratória, podendo levar à morte.

Modo de usar:
- decocção de 10 a 30 g de frutos tostados em uma xícara de água.
- folhas e colmos em decocção: banhos no tratamento do reumatismo e excitante. Internamente: diurético, antiasmático, artrite, dor de urina, edemas.

LACRE

Vismia guianensis (Aubl.) Pers.

Nome científico: Vismia guianensis (Aubl.) Pers.

Família: Clusiaceae.

Sinônimos botânicos: Caopia guianensis (Aubl.) A. Lyons, Hypericum acuminatum Lam., Hypericum guianense Aubl., Vismia acuminata (Lam.) Pers., Vismia acuminata var. caparosa (Kunth) Choisy, Vismia caparosa Kunth, Vismia ferruginea Kunth, Vismia guianensis (Aubl.) Choisy, Vismia guianensis (Aubl.) Seem., Vismia guianensis subsp. persicoides Ewan, Vismia guianensis var. glabrata Choisy, Vismia guianensis var. acuminata (Lam.) M.E. Berg.

Outros nomes populares: árvore-da-febre, goma-lacre, pau-de-lacre, lacre-branco.

Constituintes químicos: resina (goma-lacre).

Propriedades medicinais: drástica.

Indicações: reumatismo, dermatose, impingen, ferimento por inseto.

Parte utilizada: casca; folhas.

Contra-indicações/cuidados: não encontradas na literatura consultada.

Modo de usar:
- decocção das cascas: reumatismo;
- infusão das folhas: dermatoses.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Pistache 'reduz riscos de problemas cardíacos', diz estudo

O resultado foi que as 42 gramas de pistache reduziram o volume total de colesterol no sangue em 8,4%, e o chamado colesterol ruim (LDL), em 11,6%. (BBC)

Pistache 'reduz riscos de problemas cardíacos', diz estudo

Pistaches podem ter um papel central em uma dieta balanceada

Um estudo da Universidade Estadual Penn, dos Estados Unidos, afirma que comer um punhado de pistache por dia pode baixar a taxa de colesterol e suprir a necessidade de antioxidantes normalmente encontrada em verduras e frutas de cores vivas.
Comer entre 40 e 85 gramas de pistache por dia "diminuiu o risco de doenças cardiovasculares, por diminuir significativamente os níveis de colesterol (LDL), e reduziu significantemente as proporções de lipoproteínas", de acordo com a pesquisadora Sarah K. Gebauer, que apresentou o estudo no encontro Biologia Experimental, em Washington, na segunda-feira.
Os participantes do estudo passaram duas semanas se alimentando com a Dieta Média Americana, que consiste de 35% de gorduras e 11% de gorduras saturadas.
Em seguida, testaram três dietas diferentes durante quatro semanas, sempre com um intervalo de duas semanas entre elas.

Variantes

As três dietas são variantes de um regime popular para a redução de colesterol: uma sem pistache, com direito a 25% de gordura e 8% de gorduras saturadas; a segunda com 42 gramas de pistache por dia, além de 30% de gorduras e 8% de gorduras saturadas; e por último, 85 gramas de pistache por dia, além de 34% de gorduras e 8% de gorduras saturadas.
Os exames de sangue verificaram então os níveis de colesterol no sangue de cada participante, após cada dieta.
O resultado foi que as 42 gramas de pistache reduziram o volume total de colesterol no sangue em 8,4%, e o chamado colesterol ruim (LDL), em 11,6%.
O estudo mostrou ainda que as lipoproteínas de de densidade não-alta (Não-HDL) caíram em 11,2%. Esse tipo de lipoproteínas é considerado um indicador confiável sobre os riscos de doenças cardiovasculares.

Diferença

"Ficamos satisfeitos em constatar uma diferença entre as duas doses de pistache sobre a lipoproteína, porque parece que são o pistache que está provocando os efeitos e que ele atua de forma dependente da dose", disse Gebauer.
Os pesquisadores analisaram ainda os impactos das dietas sobre os níveis de LDL oxidizado e de antioxidantes no sangue.
"Queríamos ver se o aumento dos níveis de antioxidantes provocado pelo pistache poderia reduzir inflamações e oxidação", afirmou Gebauer.
O pistache contém mais luteína (normalmente encontrada em verduras escuras), beta caroteno (formador da vitamina A) e gama tocoferol (a principal forma de vitamina E) do que outras nozes. (BBC)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Confira a tabela nutricional das sementes

Veja uma tabela com o valor nutricional de sementes bem conhecidas e aprenda a preparar um farelo.

Para fazer farelo de sementes:
Lave bem as sementes, usando um coador. Para desidratá-las, leve ao forno quente, mas desligado, por até 30 minutos. Vá guardando as sementes num pote no congelador e, quando tiver acumulado bastante, triture para fazer o farelo.

Guarde o farelo pronto na geladeira. Ele pode ser usado em cima de saladas, frutas e sucos e em algumas receitas de pratos quentes.

Veja a seguir uma tabela com os valores nutricionais de algumas sementes bem conhecidas:

100 g do produto Umidade (%) Energia (kcal) Proteína(g) Lípídeos (g) Carboidratos (g) Fibra Alimentar (g)
Amêndoa torrada e salgada* 3,1% 581 18,6 47,3 29,5 11,6
Castanha de caju torrada, com sal* 3,5 570 18,5 46,3 29,1 3,7
Castanha do Brasil crua* 3,5 643 14,5 63,5 15,1 7,9
Gergelim* 3,9 584 21,2 50,4 21,6 11,9
Semente de linhaça* 6,7 495 14,1 32,3 43,3 33,5
Pinhão cozido* 50,5 174 3 0,7 43,9 15,6
Semente de abóbora** 3,53 501 29,78 32,44 30,02 7,56
Semente de girassol** 3,06 475 16,96 25,88 51,31 7,84
Semente de baru** 6,10 502 23,9 38,2 29,1 13,4

* Fonte: Tabela de Composição de Alimentos da Unicamp

**Fonte: Tabela de Composição de Alimentos da USP

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

MUSSAMBÉ

Cleome spinosa Jacq.

Nome científico: Cleome spinosaJacq.

Família: Capparidaceae.

Sinônimos botânicos: Cleome pubescens Sims, Cleome pungens Willd., Cleome spinosa L., Cleome tonduzii Briq., Tarenaya spinosa (Jacq.) Raf.

Sub-espécies: Cleome spinosa subsp. longicarpa H.H. Iltis, Cleome spinosa subsp. macrospermum H.H. Iltis, Cleome spinosa subsp. megasperma H.H. Iltis, Cleome spinosa subsp. spinosa, Cleome spinosa var. horrida (Mart.) Fawc. & Rendl.

Outros nomes populares: sete-marias, mussambé-de-espinho, beijo-fedorento, mussambe-miúdo.

Propriedades medicinais: tônica, tônico digestivo.

Indicações: asma, bronquite, tosse, otite supurada, ferida, dor de cabeça.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

ALFACE

Lactuca sativa L.

Nome científico: Lactuca sativa L.

Família: Asteraceae.

Sinônimos botânicos: Lactuca scariola var. sativa Moris.

Outros nomes populares: grüner Salat (alemão), lechuga (espanhol), laitue (francês), lettuce (inglês), lattuga coltivata (italiano), leituga (português de Portugal).

Constituintes químicos: óleo essencial, albumina, vitaminas A e C, cálcio, fósforo e ferro.

Propriedades medicinais: antiácida, anti-reumática, calmante do estômago e do sistema nervoso, diurética, eupéptica, laxante (leve), rejuvenescedora, sonífero.
Lactucário (leite da alface, mais abundante quando penduada): lactucina, mannita, asparagina, albumina, resina, cera, sais minerais.

Indicações: agitação, conjuntivite, espermatorréia, hipocondria, insônia, iquerícia, nevralgia intestinal, nervos, palpitação do coração, priapismo, reumatismo, tosse, tensão nervosa, vertigem, nevralgia intestinal.

Parte utilizada: folhas, talos, raiz, leite extraído da planta florescente.

Contra-indicações/cuidados: não encontrados na literatura consultada.

Modo de usar:
- suco cru e o chá das folhas, talos e raizes, em descanso noturno: sonífero, calmante do estômago e do sistema nervoso, béquico e iquerícia;
- sumo da alface: em loções e cremes: rejuvenescer e acalmar a pele, aliviar queimaduras de sol na pele;
- lactucário (leite): propriedades hipnóticas, icterícia;
- cataplasma: ferver algumas folhas de alface em pouca água, por cinco minutos. Deixar amornar e untar as folhas com azeite de oliva, estendendo-as sobre uma gaze. Aplicar sobre a região atingida, para evitar inflamações: contusões, inchaços, pele irritada e avermelhada;
- decocção: cozinhar 60 g de folhas de alface em meio litro de água. Filtrar o líquido, quando morno. Tomar três cálices ao dia: laxativo branco, insônia;
- infusão das folhas: tranquilizante, tosse, afecções da pele, emoliente, anti-reumático, sonífero, nevralgias intestinais, irritações do intestino, digestivo, laxativo suave, vertigens;
- suco das folhas, em uso externo: contusões e amaciante da pele;

ALCARÁVIA

Carum carvi L.

Nome científico: Carum carvi L.

Família: Apiaceae.

Sinônimos botânicos: Carum carvi fo. gracile (Lindl.) H. Wolff, Carum carvi var. gracile (Lindl.) H. Wolff, Carum gracile Lindl., Carum rosellum Woronow.

Subespécies/variações: Carum carvi fo. carvi, Carum carvi fo. gracile (Lindl.) H. Wolff, 1927, Carum carvi fo. rhodanthum Moore, Carum carvi fo. rhodochranthum A.H. Moore, Carum carvi fo. rubriflora H. Wolff, 1926, Carum carvi var. gracile (Lindl.) H. Wolff, Carum carvi var. roseum Trautv.

Outros nomes populares: cominho, cariz, cominho-armênio, alcaravea, alcarovea, alquirevia, cominho-de-montanha, cominho-dos-prados, cominho-romano, cuminho, quirivia; wiesen-kümmel (alemão), alcarávea (espanhol), cumin (francês), caraway (inglês), carvi (italiano), krishnajira (sânscrito).

Constituintes químicos: carvona, óleo essencial.

Propriedades medicinais: antiácida, antiflatulenta, anti-helmíntica, aperiente, aromática, digestiva, diurética, emenagoga, estimulante, estomáquica, galactagoga, laxante, purgativa.

Indicações: afecção do estomago, cólica ventosa, dispepsia, dor dos nervos, estimular a secreção de leite das lactantes, febre, gases, regular as funções glandulares e respiratórias e equilibrar o processo hídrico, vermes.

Parte utilizada: folhas, frutos, raízes.

Contra-indicações/cuidados: em grandes quantidades pode ser tóxica (carvona).

Efeitos colaterais: não encontrados na literatura consultada.

Modo de usar:
- raízes cozidas podem ser consumidas como um vegetal;
- no preparo de carnes, molhos, aromatizar pães, queijos, sopas e doces; as folhas tenras picadas para temperar saladas; com batatas cozidas ao vapor, suflê de batatas e saladas de pimentão; para temperar carne em geral, especialmente de porco;
- infusão ou decocção dos frutos a 5%. Dose máxima diária: 200 ml;
- extrato fluido. Dose máxima diária: 10 ml.