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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Chá de Marroio

A Marrubium vulgare, mais conhecida como marroio, é uma planta pertencente à família das Labiadas. Seu uso mais comum é na medicina popular, devido às várias propriedades que lhe são atribuídas. Na antiguidade, os egípcios usavam o marroio no tratamento de doenças respiratórias. Por ser expectorante, o chá é indicado para casos de tosse, gripe e bronquite. Além disso, ele também pode ser usado para combater problemas digestivos, gases, inchaço e perda de apetite. Para aproveitar esses benefícios, sugerimos que você compre a erva de boa qualidade e siga as instruções de preparo indicadas abaixo.

Marroio

Você vai precisar de:
1 colher (sobremesa) de folhas e flores secas de marroio
1 xícara de água fervente

Modo de Preparo:
O primeiro passo para fazer o chá é colocar a água para ferver em uma chaleira. Enquanto isso, coloque a erva seca em uma xícara de vidro ou cerâmica. Assim que a água levantar fervura, desligue e despeje sobre o marroio. Abafe a xícara com um pires e deixe descansando por 10 minutos. Após esse tempo, coe e consuma ainda morno.

Posologia
A indicação é de 3 xícaras (chá) da receita diariamente: uma porção pela manhã, uma após o almoço e outra no fim do tarde. O chá deve ser consumido morno e sem adoçar. Caso queira, é possível preparar a quantidade total para o dia inteiro triplicando as quantidades indicadas acima.

Precauções
Mulheres grávidas ou em período de lactação devem evitar o uso do chá de marroio, salvo quando houver indicação médica. O chá também fica contraindicado para crianças pequenas, idosos e pessoas que sofram com doenças crônicas. Caso ocorra qualquer tipo de reação com o consumo do remédio natural, é preciso suspender o uso imediatamente e procurar um especialista. Lembramos ainda que todo medicamento, até mesmo os chás, devem ser tomados com prescrição.

fonte:http://natural.enternauta.com.br/cha/cha-de-marroio
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Planta da Serra da Mantiqueira tem composto com ação anti-inflamatória

Substância encontrada na Baccharis retusa DC. tem efeito similar ao da dexametasona, principal droga usada no tratamento de asma, aponta estudo feito na Unifesp (foto: João Henrique Ghilardi Lago)

Agência FAPESP – Pesquisadores do Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) isolaram e caracterizaram um composto bioativo de uma planta encontrada na região da Serra da Mantiqueira que tem propriedades anti-inflamatória, antimicrobiana e antiparasitária.

O composto, denominado sakuranetina, foi identificado durante um projeto realizado com apoio da FAPESP, na modalidade Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes.

“Observamos que a atividade anti-inflamatória da sakuranetina é muito similar à da dexametasona, o principal corticoide usado hoje no tratamento de processos alérgicos e inflamatórios graves”, disse João Henrique Ghilardi Lago, professor da Unifesp e coordenador do projeto, à Agência FAPESP.

A sakuranetina foi isolada da planta Baccharis retusa DC., da família Asteraceae, a mesma do girassol (Helianthus annuus) e de diversas outras plantas medicinais.

Segundo o pesquisador, o gênero Baccharis – um dos mais importantes da família Asteraceae, composto por cerca de 500 espécies de plantas, entre elas a carqueja (Baccharis trimera) – é muito comum nas Américas do Sul e Central, em regiões de altitude como a Serra da Mantiqueira, a cadeia montanhosa que se estende pelos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Ao prospectar espécies vegetais com compostos bioativos de interesse farmacológico em montanhas em Campos do Jordão (SP), os pesquisadores constataram que há uma grande variedade de espécies de Baccharis na região, a mais elevada da Serra da Mantiqueira, com 1.628 metros de altitude.

“Ficamos surpresos com a variedade de espécies de Baccharis na Serra da Mantiqueira”, afirmou Lago. “Coletamos cerca de dez espécies diferentes em Campos do Jordão, entre elas a Baccharis retusa DC..”

A fim de selecionar as que apresentavam potencial atividade biológica, os pesquisadores prepararam extratos bioativos das plantas coletadas e os submeteram a uma sequência de testes em laboratório.

Os resultados indicaram que o extrato da Baccharis retusa DC. demonstrou maior atividade antiparasitária, antimicrobiana e anti-inflamatória em comparação com as outras espécies coletadas.

Com base nessa constatação, os pesquisadores analisaram o extrato da Baccharis retusa DC. por cromatografia líquida de alta eficiência e por ressonância magnética nuclear, a fim de determinar a composição química da planta.

A análise química revelou que cerca de 50% do extrato bruto da planta diluído em etanol é composto por uma única substância: a sakuranetina. “Isso é muito raro em plantas porque, em geral, elas apresentam uma grande diversidade de compostos”, afirmou Lago.

Os pesquisadores depois fracionaram o extrato bruto da planta e constataram que a substância ativa da planta era a sakuranetina .

“O fato de cerca de 50% do extrato bruto da Baccharis retusa DC. ser composto pela sakuranetina facilitou muito isolarmos esse composto que é um flavonoide [do grupo dos polifenois encontrado em diversos tipos de vegetais e de alimentos, que trazem benefícios à saúde]”, disse Lago.

“É muito raro na área da química de produtos naturais obter uma quantidade tão grande de uma substância, da ordem de gramas, como a sakuranetina de Baccharis retusa DC.”, afirmou.

Atividade antiparasitária
A fim de avaliar a atividade antiparasitária da sakuranetina, os pesquisadores da Unifesp, em parceria com André Tempone, do Instituto Adolfo Lutz, Rodrigo Cunha, da Universidade Federal do ABC (UFABC), e Paulette Romoff, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, isolaram e testaram o composto. Eles incluíram dois derivados semissintéticos dele (que passaram por simples modificações estruturais) em formas promastigotas (flageladas) e amastigotas (intracelular) de Leishmania spp – parasita causador da leishmaniose – e amastigota e tripomastigota (sem flagelo) de Trypanosoma cruzi – protozoário causador da doença de Chagas.

Os resultados indicaram que a sakuranetina apresentou atividade antiparasitária contra Leishmania (L.) amazonensis, Leishmania (V.) braziliensis, Leishmania (L.) major e Leishmania (L.) chagasi em concentrações na faixa de 43 a 52 microgramas por mililitro (ug/ml) e em 20,17 ug/ml contra tripomastigotas de Trypanosoma cruzi.

Já os dois derivados semissintéticos da sakuranetina não demonstraram ação antiparasitária.

Alguns dos principais resultados do estudo, realizado no âmbito do projeto “Princípios com potencial anti-Leishmania em espécies vegetais da Mata Atlântica: avaliação, isolamento e caracterização molecular”, desenvolvido em conjunto por Lago e pela pesquisadora Patricia Sartorelli, com apoio da FAPESP, foram publicados na revista Experimental Parasitology.

“A sakuranetina demonstrou ser a única substância ativa entre os demais flavonoides encontrados em Baccharis retusa DC. contra os parasitas causadores da leishmaniose e da doença de Chagas”, disse Lago.

Ação anti-inflamatória

Em outro estudo, Lago e a pesquisadora Carla Prado, da Unifesp, em colaboração com colegas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), avaliaram a atividade anti-inflamatória da sakuranetina em um modelo experimental de asma induzida em camundongos.

Um grupo de animais foi tratado durante cinco dias com sakuranetina e um grupo controle recebeu dexametasona.

Os resultados do estudo, publicado no British Journal of Pharmacology, indicaram que o tratamento com sakuranetina atenuou vários aspectos da inflamação alérgica das vias aéreas dos animais, ao reduzir citocinas e quimiocinas pró-inflamatórias e controlar o estresse oxidativo.

De acordo com os autores do estudo, os efeitos da sakuranetina foram semelhantes aos observados em animais tratados com dexametasona na maioria dos parâmetros avaliados.

“A sakuranetina é um potencial candidato para o desenvolvimento de um protótipo molecular para a obtenção de uma nova droga voltada para o tratamento de asma”, avaliou Lago.

Ação antimicrobiana
Em colaboração com Marcelo Vallim e Renata Pascon, da Unifesp, e com Antonio Doriguetto e Marisi Soares, da Universidade Federal de Alfenas, os pesquisadores também caracterizaram a estrutura cristalina da sakuranetina e avaliaram a ação antimicrobiana do composto bioativo contra leveduras dos gêneros Candida, Cryptococcus e S. cerevisiae BY 4742.

Publicado na revista Molecules, o estudo mostrou que a substância apresentou forte atividade antifúngica contra as leveduras patogênicas e pode ser considerada como um protótipo pela indústria farmacêutica para o desenvolvimento de agentes antifúngicos mais eficazes.

“Agora estamos em um ponto crucial, que é avaliar a toxicidade da sakuranetina, porque não adianta termos uma substância que apresenta ação anti-inflamatória tão potente como a droga padrão usada no tratamento de asma se não soubermos em que concentração ela pode ser administrada em animais e humanos”, afirmou Lago.

Além da sakuranetina, os pesquisadores da Unifesp estudaram outros compostos bioativos durante o projeto “Uso sustentável da biodiversidade de áreas remanescentes da Mata Atlântica do Estado de São Paulo: avaliação, isolamento e caracterização molecular de metabólitos secundários bioativos em espécies vegetais”, realizado com apoio da Fundação, no âmbito do Programa FAPESP de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade (BIOTA).

O artigo In vitro antileishmanial and antitrypanosomal activities of flavanones from Baccharis retusa DC. (Asteraceae) (doi: 10.1016/j.exppara.2011.11.002), de Lago e outros, pode ser lido na revista Experimental Parasitology em www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0014489411003298.

E o artigo Flavonone treatment reverses airway inflammation and remodelling in an asthma murine model (doi: 10.1111/bph.12062), de Toledo e outros, pode ser lido no British Journal of Pharmacology em onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/bph.12062/full8.

Já o artigo Structural Crystalline Characterization of Sakuranetin — An Antimicrobial Flavanone from Twigs of Baccharis retusa (Asteraceae) (doi: 10.3390/molecules19067528), de Lago e outros, pode ser lido na revista Molecules em www.mdpi.com/1420-3049/19/6/7528.

fonte:http://agencia.fapesp.br/planta_da_serra_da_mantiqueira_tem_composto_com_acao_antiinflamatoria_/20590/
Por Elton Alisson
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Chá das sementes de girassol

O centro das pétalas de coloração amarelo-vivo do girassol está repleto de sementes que apresentam cor verde-acinzentado ou preta e são envolvidas por uma casca. As sementes de girassol são extremamente benéficas à nossa saúde, sendo uma das maiores fontes de nutrientes, compostas por proteínas, fibras, vitaminas, minerais e gorduras insaturadas consideradas “gorduras boas”, como o ômega 6 (ácido linoleico) e ômega 9 (ácido oleico).

 Chá das sementes de girassol
Foto: Reprodução

Os benefícios da semente de girassol
É rica em ácidos graxos essenciais e, por isso, é uma ótima fonte de energia para o nosso corpo;
Contém um elevado teor das vitaminas B e B1, que proporcionam o bem estar psicológico;
As gorduras poli-insaturadas presentes nas sementes de girassol atuam na redução do mau colesterol (LDL) e agem como antioxidantes na formação e recuperação muscular;
Atua na saúde cardiovascular, auxiliando na prevenção de doenças como infarto, derrame e outros;
Ajuda a manter os níveis de colesterol no sangue sob controle;
As fibras presentes na semente de girassol auxiliam no bom funcionamento do intestino, regularizando o trânsito gastrointestinal, além de prolongar a sensação de saciedade;
Além dos nutrientes que já expomos, a semente de girassol também é rica em magnésio, mineral que, em falta no organismo, pode causar dor muscular, fadiga, câimbra e enxaqueca;
A vitamina E também está presente nesta semente e é uma das mais importantes no combate ao envelhecimento precoce.

Como a semente de girassol é utilizada?
Devido ao seu elevado teor de óleo, a semente de girassol é uma das principais fontes em óleos poli-insaturados. Suas aplicações são as seguintes:

Óleo de girassol para emagrecimento
O óleo de semente de girassol ajuda no processo de emagrecimento, por ter a capacidade de inibir uma enzima conhecida como LPL, responsável por transferir a gordura circulante no sangue para as células adiposas. Com isso, o organismo tem que utilizar o estoque de energia já existe como sua principal fonte.

Óleo de girassol para a pele
Este óleo é benéfico sobre a cicatrização da pele e é muito utilizado como hidratante para peles sensíveis de crianças e bebês.
Chá das sementes de girassol

Além do óleo, também pode ser feito um chá de sementes de girassol. Confira a receita a seguir:

Ingredientes:
– 2 colheres de sopa de sementes de girassol torradas;
– 1 litro de água.

Modo de preparo:
Leve ao fogo a água juntamente às sementes de girassol e deixe ferver. Após isso, desligue o fogo. Espere amornar e coe. A indicação de consumo é de quatro xícaras deste chá ao longo do dia.

fonte:http://www.remedio-caseiro.com/
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Saia-branca – Benefícios e propriedades

Também conhecida como trombeta, canudo, zabumba ou trombeteira, a saia-branca e uma planta cujo nome científico é Brugmansia suaveolens. Pertencente à família das Solanaceae, a planta é originária da América do Sul e é puramente ornamental devido às suas belíssimas e grandes flores. Pode ser usada ainda na medicina alternativa.

Alguns povos primitivos usavam a planta para complementar rituais místicos e religiosos, além dos tratamentos de doenças. No entanto, muitas pessoas as usavam antigamente para entorpecer vítimas para poder matar ou roubar aos outros. Esta tem ação semelhante ao “boa noite cinderela”, popularmente conhecida como a droga das baladas.

Saia-branca – Benefícios e propriedades - Foto: Reprodução

Histórias antigas
A planta foi mencionada em “A Odisséia”, obra de Homero, onde Ulisses chegou à ilha onde residia Circe, a Ninfa. Esta, ao chegarem lá, deu aos marujos uma poção de saia-branca para que pudessem se esquecer de tudo sobre sua terra natal e sua antiga vida.

Existem ainda alguns relatos de que os índios que viviam no Brasil usavam a planta como um meio de castigar aos índios da tribo que cometiam crimes. Estes recebiam o chá desta planta e eram trancados em uma oca com muitas formigas. Estas ficavam como uma forma de tortura aos índios até que se cansassem, ou até que o efeito do chá passasse.
Propriedades e benefícios

A planta anticolinérgica pode ser facilmente encontrada em muitas regiões do Brasil e suas principais substâncias ativas são a escopolamina, atropina e hiosciamina, sendo indicadas para tratamento de asma e de mal de Parkinson. Sua infusão pode trazer sensação de relaxamento, alívio de espasmos musculares, broncodilatação e tratamento de infecções urinárias, problemas cardíacos e efeitos da tensão pré-menstrual.

Possui propriedades antiasmática, anticonvulsivante, cardiotônica, dilatadora, emética e narcótica. Suas partes utilizadas são as folhas, flores e sementes usados para uma infusão.
Contraindicações e precauções

Atenção: a planta pode causar delírios, perda da consciência, alucinações, coma e até mesmo a morte quando usada fora das doses indicadas e sem supervisão médica. Popularmente usada como droga no Brasil, sua circulação passou a ser controlada pelo Ministério da Saúde em especificação em portaria da ANVISA. O controle da planta, no entanto, é um tanto complexo devido a facilidade como é encontrada no país.

A ingestão da planta pode causar ainda boca seca, taquicardia, dilatação das pupilas, rubor da face, estado de agitação, sonolência, perda da coordenação motora, desconcentração e hipertermia. Os componentes dessa planta são muito potentes e perigosos, nunca consuma sem o consentimento de um profissional de saúde.

fonte:http://www.remedio-caseiro.com/
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Lichia tem ação antioxidante e ajuda a queimar gorduras

A fruta também é rica em potássio, vitaminas C e do complexo B e é boa para o tratamento de infecções intestinais

Litchi chinensis é o único membro do gênero botânico Litchi, pertencente à família Sapindaceae. A fruta litchia, lechia ou Lichia (Litchi chinensis Sonn), crescem em árvores frutíferas, cujas frutas são conhecidas como lichias ou uruvaias.

É encontrada principalmente na China, Índia, Madagascar, Nepal, Bangladesh, Paquistão, sul e centro de Taiwan, ao norte do Vietnã, Indonésia, Tailândia, Filipinas, África do Sul, México e Brasil.

A fruta é relativamente nova no Brasil entrando com força no país há cerca de quatro ou cinco anos, em regiões como o interior de São Paulo e de Minas Gerais.

Vitamina C e compostos fenólicos

A lichia é excelente fonte de vitamina C, cada 100 gramas do fruto apresenta 71,5 mg da vitamina, o que ajuda a prevenir gripes e resfriados. Além de possuir ação antioxidante, auxiliando no combate de doenças crônico degenerativas, câncer e problemas de coração.

A vitamina C ainda ajuda a controlar a taxa de colesterol no sangue e faz bem para a pele. Alguns trabalhos científicos também já apontaram que o consumo da polpa branca da Lichia, rica em flavonoides, pode prevenir o crescimento de células cancerosas.

O pericarpo (casca) da lichia contém quantidades significantes de compostos fenólicos, antocianinas que são os principais polifenóis, indicando-a como um potente eliminador de radicais livres e possuindo uma forte atividade antioxidante utilizada na prevenção de uma série de doenças.

As antocianinas desempenham uma função farmacológica importante contra várias doenças, como cardiovasculares, doenças crônico degenerativas, câncer, inflamações, imunidade baixa e alergias.

Outros nutrientes
Destaca-se a quantidade do mineral potássio presente, apresentando 171 mg por 100 gramas da fruta, ajudando a manter a pressão arterial e a retenção de líquidos sob controle.

Ainda podemos citar a presença de vitaminas do Complexo B na sua composição, tornando a lichia uma ativadora de metabolismo. Por ter uma ótima quantidade de líquidos na sua composição, a lichia contribui para a boa hidratação do organismo.

Ajuda a queimar gorduras
Um trabalho científico realizado na Universidade de Hokkaido, no Japão, analisou a perda de gordura abdominal em voluntários que receberam extrato de lichia. Ao final de dez semanas, eles queimaram 15% a mais de gordura na região da barriga do que os participantes tratados com placebo, o médico Jun Nishihira, que realizou a pesquisa, concluiu que o efeito obtido se deve à cianidina presente na fruta.

Além disso, cada 100 gramas de lichia, entre 8 e 15 unidades, dependendo do tamanho, possui cerca de 65 calorias. É uma quantidade baixa. Por isso, a fruta é indicada para quem deseja emagrecer.

As poucas calorias da lichia são, em sua maioria, provenientes do carboidrato da fruta. Devemos lembrar que, para perder peso é necessário um plano alimentar pessoal, harmônico e atividade física incorporada a vida, só a lichia não faz milagre.

Utilizada no tratamento de infecções intestinais

Outra pesquisa interessante, demonstrou que o Clostridium difficileé, que é a causa principal de infecções intestinais, cuja sintomatologia inclui desde diarreia, colite e perfuração intestinal, podendo levar o paciente a óbito, tem sua capacidade de causar doença reduzida com o consumo de lichia.

A infecção é facilitada por uso abusivo de antibióticos, que reduzem a população de organismos benéficos da flora intestinal. O tratamento padrão é efetuado com os raros antibióticos aos quais a bactéria é sensível. Entretanto, a recidiva é muito alta e o desenvolvimento de "resistência genética" tem limitado o espectro dos antibióticos que podem ser utilizados.

Informe da Organização Mundial de Saúde dá conta que a terapia antimicrobial padrão tem sua taxa de sucesso incrementada se for complementada por ingestão de probióticos. A levedura Saccharomyces boulardiié encontradas sobre os frutos de lichia, tem fornecido excelentes resultados terapêuticos. O microrganismo sobrevive à exposição aos ácidos gástricos, colonizando o cólon durante o tratamento, sendo rapidamente eliminada do intestino ao final da administração. A levedura reduz a capacidade de C. difficileé de causar doenças, interferindo na produção ou eliminando suas toxinas, ou ainda liberando uma protease que bloqueia os receptores das toxinas.

O maior benefício foi observado na redução do índice de retorno do quadro infeccioso após a cura inicial, o que ocorre em 64% dos casos, quatro semanas após o término do tratamento com antibióticos. Portanto, a lichia faz com que as bactérias não fiquem resistentes aos antibióticos, criando as "bactérias assassinas", grande problema enfrentado pela medicina contemporânea.

Como consumir
A melhor maneira de consumir a lichia é lavar bem a casca da fruta antes de abri-la, é a chamada higienização, que deve ser feita para evitar que impurezas contaminem sua polpa. É possível congelar a lichia para consumi-la ao longo do ano, mesmo por processo de congelamento lento a lichia não perde suas características de perfume e sabor.

Pelo congelamento lento a lichia pode ter sua textura ligeiramente alterada devido ao rompimento de suas fibras provocadas pelos cristais de gelo que são formados em seu interior, mas isso não muda em nada o seu paladar e nem seu valor nutricional. Quando submetida ao calor ou em contato com a luz, a lichia perde nutrientes sensíveis ao calor. Por isso, deve ser armazenada em locais frescos e escuros e, de preferência, ser consumida in natura.

Para nossa sorte e saúde, é mais fácil encontrar a lichia nas feiras, varejões e nos supermercados no início do ano, é nessa época que as frutas estão mais doces e baratas. Isso contribuiu para que o preço da lichia baixasse. Antes, ela era encontrada apenas como produto importado. A lichia é rica em nutrientes e um ótimo alimento funcional.

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/17231-lichia-tem-acao-antioxidante-e-ajuda-a-queimar-gorduras
por Dr. Edson Credidio NUTRÓLOGO - CRM 42445/SP
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Alfarroba – Benefícios e propriedades

Nativa da costa do Mediterrâneo, a alfarrobeira, de nome científico Prosopis juliflora, é uma árvore selvagem que produz uma vagem comestível semelhante ao feijão. A vagem pode ter um tamanho entre 10 e 25 centímetros e demora cerca de um ano para amadurecer. Dentro dela, podemos encontrar entre 10 e 16 sementes de cor parda chamadas de quilates. Estas sementes eram usadas, devido ao seu pouco peso e sua uniformidade, para avaliar o peso das joias. Daí que surgiu o ouro com determinada quantidade de quilates.

Com coloração marrom escura e sabor adocicado, esta vagem é comumente usada pela indústria de alimentos para a fabricação de gomas e espessantes. Da polpa da vagem torrada e moída, é extraído um pó, também chamado de farinha de alfarroba. Pode ser encontrada para comprar em lojas de produtos naturais, mercados e farmácias de manipulação.

Alfarroba – Benefícios e propriedades
Foto: Reprodução

Alfarroba x Cacau
A farinha da alfarroba é muito usada na substituição do cacau, no entanto, possui uma grande diferença quanto a quantidade de açucares e gordura. O cacau possui um alto teor de gordura que chega aos 23%, enquanto a alfarroba apenas 0,7%. Em contrapartida, o cacau possui 5% de açúcar, enquanto o alfarroba fica entre 38% e 45% de açúcares naturais como a sacarose, glicose e frutose. Ao contrário do cacau, a alfarroba não possui elementos alergênicos ou estimulantes como a teobromina e a cafeína.

Benefícios da alfarroba
Com um valor nutritivo elevado, o alfarroba possui muitas vitaminas. Entre elas, está a vitamina B1 e a vitamina B2, responsáveis por melhorar o funcionamento do sistema nervoso, dos músculos, do coração, da atitude mental e do raciocínio. Além disso, é rica em vitamina A, cálcio, magnésio, ferro, potássio e sódio.

Com uma grande quantidade de fibras naturais, seu consumo ajuda ainda a melhorar o funcionamento do intestino e a proteger a mucosa do órgão, reduzindo a incidência de diarreias, desordens nutricionais e úlceras. Ainda devido à quantidade elevada de fibras, ajuda a combater o colesterol alto e os níveis altos de triglicerídeos, além de controlar a glicemia. Possui ainda propriedades antioxidantes, sendo dessa forma eficaz no combate aos radicais livres e às doenças crônico-degenerativas.

Possui propriedades laxante, saciante, adstringente, afrodisíaca e reguladora da glicemia, trazendo ainda benefícios para quem está seguindo uma dieta e busca o emagrecimento.

fonte:http://www.remedio-caseiro.com/alfarroba-beneficios-e-propriedades/
Por Natália Petrin
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Benefícios da Laranja

Você certamente já ouviu falar que a laranja faz bem para a saúde. Popularmente, ela é conhecida por conter alto teor de vitamina C. Por isso, é muito indicada para prevenir gripes e resfriados. Mas será que a fruta é realmente benéfica? Quais são seus nutrientes? Seu suco engorda? Para responder a essas e outras perguntas, investigamos todas as propriedades da laranja. As informações são animadoras!

Laranja
Benefícios da Laranja
Laranja: para que serve?

Nutrientes Encontrados na Fruta
Além da vitamina C, a laranja possui vitamina A, cálcio, potássio, magnésio, fósforo e ferro. Esses nutrientes são essenciais para a nossa saúde e bom funcionamento do organismo. A fruta ainda tem fibras em sua composição, Aliás, boa parte das propriedades da laranja estão no bagaço, que é mais fibroso, que no suco. Os antioxidantes não são considerados nutrientes, mas também trazem vários benefícios para o corpo humano.

Propriedades da Laranja
Estudos mostram que a laranja é excelente para prevenir as doenças pulmonares. Pessoas que consomem ao menso uma laranja diariamente mantêm o bom funcionamento pulmonar por mais tempo. A ingestão da fruta também reduz os riscos de doenças obstrutivas crônicas, como a bronquite e a enfisema. Veja outros benefícios:

Melhora o sistema imunológico, prevenindo não só a gripe, mas várias doenças, incluindo alguns tipos de câncer;
Combate a prisão de ventre, por conter pectina e fibras alimentares;
Ajuda no controle do colesterol alto;
Estimula a digestão;
Participa da produção de colágeno na pele;
Favorece a cicatrização;
Melhora a circulação.

Dicas de Consumo
O ideal é consumir uma unidade de laranja diariamente, mas não ultrapassar muito essa quantia. Depois do almoço, a fruta pode ter um papel importante na absorção de nutrientes, como o ferro. O suco de laranja é ótimo, mas deve ser preparado na hora e não ser guardado por muito tempo, para preservar suas propriedades. Lembre-se que boa parte das fibras estão no bagaço e que ele também deve ser consumido.

fonte:http://natural.enternauta.com.br/beneficios/beneficios-da-laranja/
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